- A MEO, juntamente com 22 grandes operadoras europeias, enviou uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, sobre a possível proibição de tecnologia chinesa nas redes.
- O documento alerta para riscos financeiros e tecnológicos, incluindo possível instabilidade das redes e menor competitividade do 5G na Europa.
- As operadoras argumentam que a tecnologia chinesa, em especial a fornecida pela Huawei, tem sido fundamental para o desenvolvimento das redes europeias.
- Pedem uma abordagem equilibrada que garanta segurança sem comprometer inovação e desenvolvimento tecnológico na União Europeia.
- A carta foi assinada por representantes de várias operadoras, incluindo a MEO, num momento de discussão de novas regulamentações setoriais na UE.
A MEO, operadora portuguesa, junta-se a 22 grandes operadores europeus ao enviar uma carta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. A mensagem alerta para riscos financeiros e tecnológicos associados a uma proposta para banir tecnologia chinesa das redes.
Os signatários defendem que a medida pode comprometer a estabilidade das redes e a competitividade do 5G na Europa. Argumentam que a exclusão de tecnologia chinesa pode elevar custos de implementação e limitar a inovação.
A carta sustenta que a tecnologia chinesa, em especial a fornecida pela Huawei, tem contribuído para o desenvolvimento de redes europeias, oferecendo soluções eficientes e de qualidade. A exclusão pode, portanto, prejudicar a concorrência no setor.
A comunicação enfatiza a necessidade de uma abordagem equilibrada, que garanta segurança sem travar avanços tecnológicos. O objetivo é evitar impactos negativos na inovação e na posição da UE no mercado global.
Contexto regulatório
A iniciativa surge num momento em que a União Europeia discute novas regulamentações para o setor de telecomunicações, incluindo potenciais restrições à tecnologia chinesa. As operadoras pedem avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.
A carta foi assinada por representantes de várias operadoras, incluindo a MEO, e enviada em meio ao debate sobre regras europeias para redes de próxima geração. O foco é preservar a estabilidade das infraestruturas e a competitividade do setor.
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