- A greve dos trabalhadores de manutenção da CP que afetou o Metro do Porto desde janeiro foi desconvocada com efeitos imediatos.
- Sindicato e empresa chegaram a acordo sobre a aplicação e evolução dos horários de trabalho das oficinas de manutenção do Metro.
- A administração da CP destacou a recetividade do Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários para fazer parte da solução e reafirmou o compromisso em manter um ambiente de trabalho justo.
- Fonte da Metro do Porto informou ao JN que o fim da greve, por ora, não vai implicar impactos nos condicionamentos da operação, com menos frequência de viagens e de veículos de dupla composição a partir de 11 de fevereiro.
A greve dos trabalhadores de manutenção da CP, que afetava a operação do Metro do Porto desde janeiro, foi desconvocada com efeitos imediatos. O acordo alcançado prevê a aplicação e evolução dos horários de trabalho das oficinas de manutenção do sistema.
O fornecimento de detalhes indica que o Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários (STMEFE) participou na negociação, com a CP a reconhecer a recetividade do sindicato para integrar a solução. A administração reforça o compromisso de manter um ambiente de trabalho justo e motivador.
Segundo fontes da Metro do Porto, pelo menos para já o fim da greve não deve provocar alterações significativas na operação normal do serviço. Ainda assim, a rede manteve, a partir de 11 de fevereiro, uma redução na frequência de viagens e o uso de comboios de dupla composição.
Impacto operacional
As medidas de redução de frequência, associadas à greve, já tinham sido implementadas antes da desconvocação. Com a reativação dos horários acordados, a CP deverá adaptar-se ao novo regime de funcionamento das oficinas, assegurando a normalização gradual do serviço.
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