- Ana, 35 anos, estava desempregada há seis meses e voltou a morar com a mãe na zona do Porto.
- No verão de 2025 viu um anúncio no Instagram para trabalhar em marketing digital e forneceu dados pessoais.
- Foi contactada por WhatsApp e informaram que a empresa trabalharia para a “Web Tonic” a lançar campanhas de vendas.
- Ao investigar o site, pareceu legítima, e Ana entrou num grupo no Telegram com 40 a 50 colaboradores; acabou burlada em sete mil euros.
- A notícia sugere que Ana é uma das várias vítimas de burlas de empregos online que têm vindo a aumentar.
Ana, de 35 anos, encontrava-se há seis meses sem emprego e regressou à casa da mãe, na zona do Porto. Durante o verão de 2025, viu um anúncio no Instagram sobre trabalho em marketing digital e forneceu os seus dados. A promessa de remuneração atrativa levou-a a avançar.
Pouco depois, foi contactada via WhatsApp por uma empresa que alegava ter contratos com a Web Tonic para lançar campanhas de vendas. O contacto inicial pareceu legítimo, o que motivou Ana a investigar o site da alegada empresa.
Ao confirmar a candidatura, Ana foi integrada num grupo da app Telegram com 40 a 50 colaboradores, incluindo alguns com nomes portugueses. A investigação aponta que o objetivo era recolher dinheiro, levando à perda de cerca de 7000 euros.
O caso enquadra-se numa tendência de burlas com ofertas de emprego online, que tem vindo a aumentar. O conteúdo descreve uma situação verificável de vítima única, sem referências a fontes oficiais ou autoridades.
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