- Os cinco estabelecimentos comerciais das Docas de Coimbra puderam reabrir nesta segunda-feira apenas para limpeza e para averiguar danos, após a descida do nível da água do Mondego.
- A Gelataria Maggio indicou que ainda não há data para reabertura ao público e que estão a limpar e a avaliar os prejuízos.
- A gelataria teve 1,20 metros de água dentro do espaço; as arcas e possivelmente a maquinaria podem estar danificadas, com prejuízos ainda por apurar.
- Além da gelataria, outros quatro negócios da zona da restauração, cafés e bares ficaram encerrados desde 26 de janeiro.
- A situação de calamidade que abrangia 68 concelhos terminou no domingo.
Os estabelecimentos das Docas de Coimbra reabriram nesta segunda-feira, apenas para limpezas e avaliação de prejuízos, após a redução do nível de água do Rio Mondego. A medida surge após o fim da calamidade que afetou 68 concelhos. A prioridade é perceber estragos antes de voltar a atender ao público.
O grupo de negócios da zona ribeirinha, incluindo a Gelataria Maggio, confirmou que ainda não há decisão sobre a reabertura ao público. Os responsáveis acentuam que o foco é limpar e verificar os danos para planeamento futuro, com avaliações ainda em curso.
A Gelataria Maggio detalha que houve inundação de 1,20 metros e que equipamentos, incluindo arcas e parte do piso da esplanada, podem estar danificados. O volume de prejuízos exatos só ficará claro nos próximos dias, conforme avançarem as avaliações.
Entre os estabelecimentos próximos, permanecem encerrados nesta área — restauração, cafés e bares — desde 26 de janeiro, em consequência do mau tempo e das cheias. A restauração Beers Coimbra também não tem data prevista para reabertura.
O Beers Coimbra, que já está há três semanas sem funcionamento, aponta estragos significativos: madeiras partidas e trabalhos de limpeza extensos. A equipa indica que será necessário tempo para manter máquinas de cerveja e de café, entre outras infraestruturas, antes de reabrir.
O Docas Rio manteve-se em limpeza, com funcionários a removê-la lama e a subir máquinas para o piso superior, na tentativa de reduzir novos danos. O processo de avaliação e de recuperação continua em curso para retornar ao funcionamento normal.
Recorda-se que, nos meses anteriores, as depressões Kristin, Leonardo e Marta provocaram várias mortes e ferimentos, bem como danos materiais extensos. A região Centro foi uma das mais afetadas, com destruição de infraestruturas, cortes de serviços e alagamentos generalizados.
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