- Os trabalhos de consolidação do aterro sob o viaduto da Autoestrada Um (A1) já estão concluídos, e a reconstrução da plataforma deve começar ainda esta semana, segundo a Brisa.
- Foram utilizadas mais de nove mil toneladas de material pétreo para impedir a erosão e proteger a área afetada, servindo de base aos trabalhos de reconstrução da plataforma.
- Ao longo dos últimos dias estiveram no terreno mais de setenta trabalhadores e técnicos, com mais de cinquenta meios mobilizados e quarenta caminhões que percorreram mais de oitenta mil quilómetros.
- A estabilização da laje de transição, no sentido Sul-Norte, deverá ficar concluída nos próximos dois dias, permitindo o início da reconstrução da plataforma ainda nesta semana.
- A obra está a ser acompanhada por equipas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Ministério das Infraestruturas e Habitação, com coordenação entre Brisa, Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e outros organismos.
A consolidação do aterro sob o viaduto da Autoestrada 1 (A1), após o abatimento causado pelo rebentamento do dique do rio Mondego, está concluída. A Brisa deu conta de que os trabalhos de enrocamento permitiram estabilizar o terreno e evitar mais erosões na zona afetada. O objetivo foi proteger a plataforma e preparar o terreno para a reconstrução.
Ao longo da intervenção, foram mobilizados mais de 70 trabalhadores e técnicos, com mais de 50 técnicas e transporte disponíveis. No total, foram utilizadas mais de 9 mil toneladas de material pétreo para consolidar o aterro entre os nós Coimbra Sul e Coimbra Norte.
Reconstrução avança esta semana
A Brisa anunciou que, nos próximos dois dias, deverá finalizar a estabilização da laje de transição no sentido Sul-Norte. A empresa espera, assim, iniciar a reconstrução da plataforma ainda nesta semana.
Os trabalhos envolveram 35 camiões que percorreram mais de 80 mil quilómetros para transportar os materiais da primeira fase. A reconstrução da laje de transição e do pavimento depende, porém, da reposição do aterro concluída.
Acompanhamento e contexto
A Agência Portuguesa do Ambiente já começou o fecho provisório da zona do dique rompido, sob o viaduto C, e prevê a finalização da solução técnica para a reparação definitiva da via ainda esta semana. A obra está a ser acompanhada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil e pelo Ministério das Infraestruturas e Habitação.
A Brisa mantém contacto com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, a Guarda Nacional Republicana, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e a APA para coordenar as próximas fases. O incidente ocorreu na noite de 11 de um determinado mês, quando houve o rebentamento do dique do Mondego e escavação do aterro devido ao grande caudal do rio.
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