- No Carnaval de Belo Horizonte, decorre 660 desfiles e o evento estende-se por 23 dias, com desfiles diurnos a começar às cinco da manhã e nocturnos no final da tarde.
- A cidade, com cerca de 2,3 milhões de habitantes, recebe cerca de 6,5 milhões de pessoas para assistir ao Carnaval inclusivo.
- A festa tem raízes que remontam a 1897, quando operários que construíam a cidade organizaram um desfile entre a Praça da Liberdade e a Afonso Pena, antes de a cidade ter a sua fundação.
- A origem da criatividade etílica envolve dois estudantes universitários que criaram a bebida Xeque Mate, uma mistura de rum, chá mate, guaraná e limão, com 8% de álcool, evoluindo para venda em lata.
- A cidade é por vezes apelidada pela imprensa brasileira de “capital do drink pronto em lata” e a Forbes brasileira apelidou-a de “Silicon Valley etílica”.
Belo Horizonte vive um Carnaval intenso, com 660 desfiles distribuídos por 23 dias. A cidade recebe cerca de 6,5 milhões de visitantes e promove desfiles diurnos a partir das 5h e noturnos no final da tarde, independentemente do tempo. A festa é apresentada como inclusiva e marcada pelo calor do Verão.
A capital mineira tem uma história ligada ao surgimento de desfiles ainda antes da sua oficial fundação, quando operários que ajudaram a construir a cidade organizaram um desfile de carroças em 1897, ligando a Praça da Liberdade à Avenida Afonso Pena. A tradição atual reforça a identidade festiva da cidade.
A crianção de bebidas com impacto no Carnaval começou com dois estudantes universitários, Gabriel Rocha e Alex Freire, que criaram uma mistura de álcool com chá mate, batizada Xeque Mate. A bebida, inicialmente desenvolvida a pedido de um cliente, combinava rum, mate, guaraná e limão, com cerca de 8% de álcool, evoluindo para venda em lata.
Para os residentes de Belo Horizonte, o Carnaval representa orgulho local, na medida em que a cidade se afirma como referência de festa inclusiva. A designação de “capital do drink pronto em lata” foi atribuída à cidade pela imprensa especializada brasileira, que também a apelidou de “Silicon Valley etílica”.
O evento permanece como um polo de criatividade e inovação no setor de bebidas, com a evolução de produtos prontos para consumo que acompanham as festividades. A programação anual continua a atrair turistas nacionais e internacionais, contribuindo para a economia local durante o período festivo.
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