- A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que, após os deslizamentos, muitas pessoas não vão conseguir regressar às habitações e que 230 foram alojadas de emergência pelo município.
- Além disso, várias pessoas foram acolhidas por familiares, mas serão consideradas para a necessidade de habitação.
- As áreas mais críticas são Porto Brandão e Azinhaga dos Formozinhos; também houve deslizamentos na Costa da Caparica.
- Cerca de 500 pessoas da zona de Porto Brandão estão deslocadas; o município vai criar uma task force para responder às situações atuais e planear a reabilitação.
- Foi pedido apoio do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para avaliação e acompanhamento, com técnicos a monitorizar a zona de Porto Brandão, Azinhaga dos Formozinhos e a linha ribeirinha.
A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que muitos moradores afetados pelo deslizamento de terras não vão conseguir regressar às suas habitações. O município já alojou de emergência 230 pessoas.
Entre os desalojados, muitas famílias ficaram acolhidas por familiares, mas othen ainda precisam de habitação estável. A autarca destacou que há casos em que o regresso às casas não será possível.
A situação mais crítica concentra-se em Porto Brandão e na Azinhaga dos Formozinhos, com vários deslizamentos também registados na Costa da Caparica. Cerca de 500 pessoas estão deslocadas em Porto Brandão.
Medidas e apoio externo
Esta segunda-feira, é criada uma força-tarefa municipal para responder às situações atuais, planear a reabilitação e definir o futuro. Equipas da FCT/Nova de Lisboa vão monitorizar arribas e a costa ribeirinha nos próximos dois anos.
O município pediu ainda apoio ao LNEC para avaliação técnica de movimentações de massa. O pedido visa clarificar se houve provocações de quedas ou se há necessidade de prevenção contínua, com partilha de dados confidenciais.
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