- O nível de alerta para cheias no Tejo baixou de vermelho para amarelo, anunciado pela Proteção Civil, devido à descida sustentada dos caudais e ao regresso do rio ao leito normal.
- Mantêm-se constrangimentos em estradas e zonas alagadas, e a fase de recuperação ainda exige planeamento.
- Segundo o SVARH, às 10h, o caudal em Almourol era de 2.284 m³/s; as somas das barragens montante somavam 2.242 m³/s (Castelo de Bode, Pracana e Fratel).
- A decisão foi tomada às 9h, na Comissão Distrital da Proteção Civil de Santarém, mantendo o plano no nível amarelo nos próximos dias.
- Não houve danos humanos significativos; as autoridades destacam coordenação entre entidades e apelam à prudência durante a fase de recuperação.
O nível de alerta para cheias na bacia do Rio Tejo baixou de vermelho para amarelo nesta segunda-feira, devido à descida sustentada dos caudais e ao regresso gradual do rio ao leito normal. A decisão foi anunciada pela Proteção Civil.
A descida permitiu que grande parte do rio ficasse dentro do leito habitual, permitindo planear a fase de recuperação. Mantêm-se, no entanto, constrangimentos em estradas e zonas ainda alagadas, sobretudo na Lezíria do Tejo.
Segundo a SVARH, às 10h, o caudal em Almourol era de 2.284 m3/s; as cheias descendem em simultâneo com as descargas das barragens montante: Castelo de Bode, Fratel e Pracana somavam 2.242 m3/s. A operação decorre com foco na estabilidade do aproveitamento hídrico.
Desdobramentos e recuperação
O plano especial começou no nível amarelo a 24 de janeiro, subiu a vermelho a 5 de fevereiro por precaução ante previsões de descargas espanholas e chuva persistente. Nessa altura, o pico atingiu 9.057 m3/s em Almourol.
Apesar da melhoria, autoridades reiteram que ainda há zonas alagadas e estradas condicionadas. A coordenação entre entidades manteve-se, e não foram registadas vítimas humanas nem ferimentos graves. A vigilância permanece ativa e a população é aconselhada a manter cautela durante a recuperação.
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