- O Tejo continua a baixar, estando praticamente dentro do leito no norte; no sul do distrito de Santarém ainda não regrediu totalmente ao curso normal.
- A descida evidencia destruição causada pelas inundações, com restaurantes, parques infantis e outros equipamentos sem água e com elevado grau de dano.
- A tendência é de normalização do curso do rio nos próximos dias, começando pela parte norte e, no final do mês, chegando à Lezíria; amanhã será realizada uma reunião da comissão distrital com possível atualização para o status amarelo.
- Com a descida do rio e do nível de alerta, as operações de limpeza devem começar no Médio Tejo, provavelmente no final do mês na Lezíria.
- Dezasseis pessoas morreram em Portugal devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta; o Governo declarou calamidade para 68 concelhos e autorizou apoio até 2,5 mil milhões de euros.
O Tejo continua a baixar e começa a ficar visível a destruição causada pelas cheias. A descida foi registada ao longo do fim de semana, mantendo o leito dentro do seu curso normal na maior parte do vale.
Segundo a Proteção Civil, a água já não está em ascensão, o que permite o acesso de equipas de emergência, empresas, municípios e populações às áreas afetadas para iniciar a limpeza.
O comandante sub-regional do Médio Tejo, David Lobato, indicou que a descida é acentuada e que se observa destruição em infraestruturas locais, como restaurantes e parques infantis, que recuperam apenas parcialmente o abastecimento de água.
Na parte norte do distrito de Santarém o leito está já estabilizado, mas persiste a incerteza sobre a região sul, onde o regresso ao curso normal ainda não ocorreu. A previsão aponta para uma normalização gradual do rio.
Nos próximos dias, a tendência é de normalização primeiro a norte e mais tarde na Lezíria, até ao fim do mês. A equipa distrital poderá avaliar a descida de alerta para o nível amarelo.
Na segunda metade da próxima semana, as autoridades esperam iniciar operações de limpeza no Médio Tejo, com o foco inicial na parte norte do vale, antes de avançar para a Lezíria.
Dezenas de pessoas perderam a casa ou bens, em consequência das depressões Kristin, Leonardo e Marta. As cheias resultaram em danos generalizados e cortes de estradas, energia, água e comunicações.
As regiões mais afetadas são o Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e o Alentejo. O Governo declarou situação de calamidade para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. Fonte: Lusa.
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