- O presidente da Cáritas afirmou que há famílias inteiras a viver em quartos, em condições de habitação precárias.
- A instituição aponta que existem migrantes a residir em alojamentos não reconhecidos pelas autoridades.
- Em Lisboa, há bairros onde casas que antes acolhiam três pessoas já têm quinze ocupantes.
- A observação baseia-se em dados de pessoas que vivem em diversas situações habitacionais, com o mês de janeiro ainda não fornecido.
- Crianças integram estas famílias, destacando a gravidade da situação de habitação, segundo a Cáritas.
Ainda não é possível confirmar dados de janeiro, pois a entrevista ocorreu antes de fevereiro. A Cáritas aponta que, apesar de algumas tendências de redução da pobreza, persistem situações de vulnerabilidade habitacional entre migrantes e famílias em Portugal.
Segundo o presidente da Cáritas, existem bairros em Lisboa onde o alojamento é insuficiente para a população que lá reside. Relata que casas que antes acomodavam três pessoas passam a receber 15, com famílias inteiras a viverem em quartos. A organização reforça a necessidade de reconhecer estas situações.
O corpo técnico da instituição analisa que os números, ainda preliminares, refletem a realidade de pessoas que não têm habitação estável. A leitura aponta para uma discrepância entre perceção pública e condições reais de habitação, especialmente entre migrantes.
A Cáritas não especifica impactos económicos nem indicadores oficiais, mas afirma a existência de famílias inteiras a partilhar espaços limitados. O objetivo é chamar a atenção para a gravidade da situação e a necessidade de políticas de resposta adequadas.
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