- Milhares de jovens com deficiência aguardam vaga num Centro de Atividades de Capacitação e Inclusão (CACI).
- Após atingirem a maioridade e deixarem de estar abrangidos pela escolaridade obrigatória, surge um dilema para as famílias.
- Sem alternativas, algumas famílias optam por vagas em lares de idosos ou por pais que param de trabalhar para cuidar dos filhos.
- O Governo confirma que está a rever a legislação dos CACIs.
- Estão em obra 85 projetos, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), para abrir mais lugares.
Milhares de jovens com deficiência aguardam vaga num Centro de Atividades de Capacitação e Inclusão (CACI) após atingirem a maioridade e deixarem de estar abrangidos pela escolaridade obrigatória. A espera persiste entre falta de alternativas e necessidade de apoio contínuo.
Sem opções, algumas famílias recorrem a vagas em lares de idosos ou a que os pais deixem de trabalhar para ficar em casa com os filhos, afetando a organização familiar e a vida diária.
O Governo informou que está a rever a legislação dos CACI e que 85 projetos se encontram em construção, ao abrigo do PRR, para abertura de mais lugares. A medida visa responder ao aumento da procura por serviços de capacitação e inclusão.
Medidas em curso para ampliar a oferta
As autoridades apontam que as mudanças visam simplificar o acesso e aumentar a capacidade dos centros. Ainda não há calendário formal de implementação, estando o foco na melhoria da rede disponível.
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