- Em Portugal, nasceram cerca de 89 mil bebés, dos quais 64 mil são de mães portuguesas e 25 mil de cidadãs estrangeiras (28%).
- Os distritos de Setúbal, Faro e Lisboa somam 62% dos nascimentos de mães estrangeiras em Portugal.
- No continente, perto de metade dos nascimentos no distrito de Setúbal (49,3%) são de mães estrangeiras; Faro (41,4%) e Lisboa (35,4%) seguem‑se.
- A ilha do Corvo, Açores, registou dois nascimentos em 2025, um com mãe portuguesa e outro com mãe estrangeira.
- Entre as mulheres estrangeiras que tiveram filhos no ano passado, as mais comuns foram brasileiras (9.211), angolanas (2.168), cabo-verdianas (1.856), indianas (1.094) e da Guiné‑Bissau (1.080).
O ano de 2025 ficou marcado por um aumento da natalidade em Portugal, com 89 mil nascimentos registados no total. Destes, 64 mil nasceram de mães portuguesas e 25 mil de cidadãs estrangeiras, o que corresponde a 28% do total.
Em Setúbal, Faro e Lisboa verificou-se uma realidade expressiva: quase dois terços dos bebés nasceram de mães estrangeiras. O conjunto destes três distritos representa 62% do total de nascimentos de mães estrangeiras no país.
Na sequência, destaca-se que, a 1900 quilómetros de Lisboa, a ilha do Corvo, nos Açores, registou dois nascimentos em 2025 — um filho de mãe portuguesa e outro de mãe estrangeira. A população da ilha mantém-se estável, em torno de 400 habitantes.
No continente, a incidência de nascimentos com mães estrangeiras é particularmente elevada em vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, como Sintra, Amadora, Odivelas, Barreiro e Seixal. No Algarve surgem casos em Albufeira, Lagos e Aljezur, e em Odemira, no Alentejo Litoral, repete-se a tendência.
Distribuição por distritos e concelhos
Entre os distritos, Setúbal regista o maior peso de nascimentos com mães estrangeiras, com cerca de metade dos nascimentos no território (49,3%) pertencendo a mães estrangeiras. Em Faro e Lisboa a proporção é de 41,4% e 35,4%, respectivamente.
Nacionalidades oriundas
Entre as mães estrangeiras que tiveram filhos em Portugal no último ano, a maior parte é brasileira (9.211), seguidas de angolanas (2.168), cabo-verdianas (1.856), indianas (1.094) e da Guiné-Bissau (1.080). Nos Açores, Madeira e Norte, os números são significativamente mais baixos.
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