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Mais seis entidades aderem ao projeto Igreja + Segura do Grupo Vita

Mais seis entidades aderem à Rede Igreja + Segura, fortalecendo a prevenção e proteção de menores; a segunda fase prevê auditoria independente e emissão do Selo Protetor

Rute Agulhas, coordenadora do Grupo Vita
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  • Seis entidades aderiram hoje à Carta de Compromisso da Rede Igreja + Segura, anunciada pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) para reforçar a prevenção e a proteção de crianças, jovens e adultos vulneráveis.
  • As novas signatárias são a Fundação Santa Rafaela Maria, a Paróquia de Santa Isabel, a Catequese do Patriarcado de Lisboa e o Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, entre outras já envolvidas.
  • O comunicado, assinado pela coordenadora do grupo Vita, Rute Agulhas, destaca que o gesto representa um passo na consolidação da Rede Igreja + Segura.
  • O Vita foi criado em maio de dois mil e vinte e três para acompanhar abusos na Igreja Católica em Portugal e tem feito trabalho de prevenção, apoio a vítimas e acompanhamento de agressores.
  • A segunda fase do projeto prevê o Selo Protetor Igreja + Segura, atribuído pelo Vita após auditoria independente, atestando o cumprimento dos compromissos pelas entidades.

A Rede Igreja +Segura soma novas adesões. Seis entidades aderiram hoje à Carta de Compromisso da iniciativa promovida pelo Grupo Vita da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP). Entre elas estão a Fundação Santa Rafaela Maria, a Paróquia de Santa Isabel, a Catequese do Patriarcado de Lisboa e o Departamento Nacional da Pastoral Juvenil.

A notícia foi divulgada pela CEP, que criou o Grupo Vita em maio de 2023 para acompanhar casos de abuso na Igreja Católica em Portugal. O objetivo é prevenir abusos, apoiar vítimas e acompanhar aggressões, com ações de sensibilização e capacitação.

Novas adesões fortalecem a rede. A assinatura inclui também o compromisso de ouvir vítimas e melhorar ambientes para crianças, jovens e pessoas vulneráveis. Já tinham aderido, anteriormente, os Secretariados de Educação Moral e Religiosa das dioceses do Porto e Bragança-Miranda, além de nove instituições de ensino e saúde das Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora.

Protocolo e fases

A segunda fase do projeto prevê a atribuição do Selo Protetor Igreja +Segura às entidades certificadas. O selo será emitido após auditoria independente que confirme o cumprimento dos compromissos assumidos. Este passo reforça a credibilidade da iniciativa.

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