- Vila Real vai ter um mestrado integrado em Medicina, após duas recusas da A3ES em 2023 e 2024.
- A aprovação foi comunicada em novembro, com a condição de a UTAD criar um quadro próprio de professores e assegurar equipamentos.
- A vice‑reitora Carla Amaral afirmou que o objetivo é chegar aos 240 estudantes, correspondentes aos seis anos de curso.
- A decisão celebra-se após as tentativas anteriores terem sido rejeitadas pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).
O mestrado integrado em Medicina passa a existir em Vila Real, após a aprovação pela A3ES, em novembro. A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) recebeu o visto, com condições ligadas à criação de um quadro próprio de professores e à disponibilização de equipamentos.
A decisão ocorreu após duas recusas da A3ES, em 2023 e 2024. A aprovação final foi anunciada pela instituição reguladora, que impôs requisitos para a implementação do curso de seis anos. A UTAD pretende iniciar com um quadro estável de docentes e infraestrutura adequada.
Segundo a UTAD, a medida visa fixar mais estudantes na região. Carla Amaral, vice-reitora para a Educação e Qualidade, indicou ao JN que o objetivo é chegar aos 240 alunos no primeiro ciclo, correspondentes aos seis anos do curso.
A instituição mantém o plano de investir na formação médica local. O próximo passo envolve consolidar o corpo docente e assegurar equipamentos adequados para o funcionamento do mestrado integrado em Medicina.
O anúncio amplia a oferta académica da UTAD e reforça a atuação da região de Vila Real no ensino superior de medicina. A decisão da A3ES não altera apenas números, mas também a capacidade de formação prática na área.
A aprovação condicionada significa que, além do corpo docente, a UTAD deverá demonstrar capacidade de gestão de infraestruturas. O histórico de aprovações da A3ES permanece como referência para futuros projetos.
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