Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Roupas inteligentes superam wearables na monitorização da saúde, mostra estudo

Roupa larga com sensores regista movimentos com maior precisão e menos dados que wearables, segundo estudo

Roupa inteligente supera wearables de monitorização de saúde na medição de métricas corporais
0:00
Carregando...
0:00
  • Roupa larga com sensores integrados regista movimentos com mais precisão do que tiras justas, usando menos dados — cerca de 40 por cento a mais de precisão com 80 por cento menos dados.
  • O estudo, publicado na Nature Communications, testou tecidos soltos versus sensores tradicionais fixados na roupa, com participação humana e robótica.
  • Os investigadores concluem que a localização do sensor na peça não afeta a precisão nem a distância ao corpo monitorizado.
  • A roupa inteligente pode detetar movimentos subtis, como tremores da doença de Parkinson, ao amplificar o sinal do movimento.
  • Os autores sugerem aplicações em monitorização domiciliária e em lares, bastando acrescentar sensores a botões ou à linguagem de vestir quotidiana.

A roupa inteligente pode superar os wearables na monitorização da saúde. Um estudo recente, publicado na Nature Communications, avaliou sensores embutidos em tecidos largos frente a tiras ajustadas. Os resultados apontam maior precisão com menos dados.

Os investigadores da King’s College London testaram diferentes tecidos com voluntários e com robôs a realizar movimentos variados. Compararam roupas soltas com sensores tradicionais presos ao corpo e verificaram que as peças largas mantêm melhor o traçado do movimento.

Os resultados indicam que a roupa larga regista movimentos com 40% de precisão a mais, utilizando 80% de dados a menos. A localização do sensor na peça não influenciou a qualidade da deteção.

Precisão de movimentos subtis

Sensores em roupas largas mostraram capacidade para detetar tremores subtis, como os associados à doença de Parkinson. Irene Di Giulio sublinhou que a abordagem pode ampliar o movimento observado, facilitando monitorização domiciliária.

Segundo a investigadora, basta acrescentar sensores a botões ou alfinetes para monitorizar a saúde no dia a dia. A equipa sugere aplicações em lares, com roupas comuns a recolher dados vitais.

Limitações dos wearables atuais

Os wearables continuam úteis para medir passos e atividade física, mas apresentam limitações em métricas clínicas, como variabilidade da frequência cardíaca, tensão arterial e oxigênio no sangue.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais