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PS propõe regulamentar cartões de saúde para esclarecer planos e seguros

PS propõe lei para regulamentar cartões de saúde, exigindo aviso de que não são seguro de saúde nem substituto, para evitar confusão com planos.

Multiplicação da oferta de seguros de saúde tem corrido a par com soluções mais baratas que, sendo publicitadas como 'seguros' ou 'planos de saúde', são meros cartões de desconto
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  • O Partido Socialista apresentou um projeto de lei para regulamentar os cartões de saúde e clarificar a diferença entre planos e seguros.
  • O texto obriga que a publicidade aos cartões de desconto inclua o aviso “este produto não é um seguro de saúde nem substitui um seguro de saúde”.
  • Propõe ainda a proibição de divulgar meros cartões de saúde como planos de saúde ou seguros de saúde.
  • Os cartões de desconto limitam-se a permitir descontos em serviços como consultas médicas, entrega de medicamentos, transporte em ambulância ou aconselhamento clínico por telefone.
  • O objetivo é evitar confusões entre descontos e seguros de saúde, conforme o projeto do PS.

O Partido Socialista (PS) propõe regulamentar os cartões de saúde para evitar confusões entre planos e seguros de saúde. O objectivo é esclarecer o que é publicidade a cartões de desconto na área da saúde.

O projeto de lei determina que a publicidade de cartões de desconto deve incluir a menção: este produto não é um seguro de saúde nem substitui um seguro de saúde. A iniciativa pretende impedir a leitura errada de benefícios de saúde.

Objetivo da regulamentação

A medida alarga a fiscalização a campanhas que promovam cartões que apenas oferecem descontos em serviços médicos, entrega de medicamentos, transporte de ambulância ou aconselhamento clínico por telefone. O PS sustenta que não devem ser apresentados como planos de saúde.

O texto do partido salienta a necessidade de transparência para os consumidores, reduzindo assim a possibilidade de alegar enganadamente cobertura de seguros. O debate sobre o tema deverá decorrer no âmbito legislativo.

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