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Moradores da Póvoa de Manique voltam para casa após avaliação da barragem

Moradores da Póvoa de Manique regressam a casa após avaliação da barragem da Retorta, com centro de saúde a reabrir e escola a retomar atividades na quarta-feira

As cheias afetaram muito a região da Azambuja
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  • moradores de Póvoa de Manique podem regressar a casa após a avaliação técnica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil que atestou condições de segurança da barragem da Retorta.
  • a avaliação ocorreu hoje e foi comunicada à população numa sessão de esclarecimento.
  • o centro de saúde pode reabrir e a escola da localidade pode retomar a atividade letiva a partir de quarta-feira.
  • no dia seis de hoje, cerca de trinta pessoas foram retiradas preventivamente devido ao risco de instabilidade no açude, tendo sido encaminhadas para o quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre.
  • o Governo mantém a situação de calamidade em sessenta e oito concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Os habitantes de Póvoa de Manique, no concelho da Azambuja, regressaram a casa após uma avaliação de segurança da barragem da Retorta, na Quinta da Torre Bela. A decisão veio depois de avaliação técnica realizada hoje pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).

A Câmara Municipal da Azambuja informou que as condições de segurança da barragem estão reunidas e que o regresso foi autorizado. A informação foi transmitida numa sessão de esclarecimento à população.

Na mesma sessão, ficou ainda confirmado que o centro de saúde poderá reabrir e que a escola local pode retomar a atividade letiva a partir de quarta-feira. A autarquia reiterou o compromisso com a segurança da comunidade.

Contexto da evacuação

No dia 6, a Câmara decidiu retirar preventivamente cerca de 30 pessoas em Póvoa de Manique e Carvalhos, devido ao risco de instabilidade no açude causado pela chuva intensa. As pessoas foram encaminhadas para o quartel dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo têm vindo a ser afetadas por depressões atmosféricas, com consequências como destruição de bens, cortes de serviços e interrupções no fornecimento de energia e água. O Governo mantém medidas de apoio para os danos causados.

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