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Marinha Grande repudia demora inaceitável na reposição de eletricidade

Assembleia Municipal da Marinha Grande repudia atraso da E-Redes na reposição de energia, com 11% sem eletricidade e pedido de relatório técnico urgente

Marinha Grande após passagem da depressão Kristin
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  • A Assembleia Municipal da Marinha Grande repudiou a demora da E-Redes na reposição de eletricidade e pediu a sua reposição integral e urgente.
  • À data de 12 de fevereiro de 2026, segundo a E-Redes, 11% da população do concelho permanecia sem energia elétrica.
  • Na zona mais crítica, cerca de 19.000 clientes estavam sem energia, somando 31.000 no território continental.
  • A Assembleia Municipal solicita à E-Redes um relatório detalhado sobre as causas da falha, os constrangimentos e as medidas de prevenção futura.
  • O temporal provocou 16 mortes em Portugal, com destruição de habitações, cortes de energia e comunicações, e o Governo prorrogou a calamidade até domingo para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

A Assembleia Municipal da Marinha Grande repudiou a demora da E-Redes na reposição do fornecimento de eletricidade no concelho. O documento, aprovado na sexta-feira, denuncia 11% da população sem eletricidade à data de 12 de fevereiro de 2026 e exige reposição integral e urgente.

Segundo dados oficiais da E-Redes, às 08h00 de sábado a zona mais crítica registava cerca de 19.000 clientes sem energia, totalizando 31.000 no território continental.

A AM afirma que, apesar do esforço dos trabalhadores no terreno, a falta de estratégia na gestão impede uma previsão fiável para a reposição total. O documento aponta falha grave que gera insegurança, frustração e prejuízos significativos para famílias, idosos, trabalhadores e empresas.

A assembleia solicita à E-Redes um relatório detalhado sobre as causas da falha, os constrangimentos existentes e as medidas de prevenção futura.

Desfecho do temporal

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência das depressões Kristin, Leonardo e Marta, provocando centenas de feridos e desalojados. A décima sexta vítima, um homem de 72 anos, faleceu a 10 de fevereiro após ter caído ao tentar reparar o telhado.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas, com destruição de casas, árvores derrubadas, estradas cortadas e cortes em energia, água e comunicações.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio que podem chegar a 2,5 mil milhões de euros.

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