- Um avião C‑295M da Força Aérea voou este sábado de manhã sobre as zonas afetadas para levantar os estragos florestais, levando representantes do Sistema de Gestão Integrado de Fogos Florestais e o presidente da Estrutura de Missão para recuperação do Centro, Paulo Fernandes.
- A missão de três horas visa delimitar áreas afetadas e suportar a classificação de imagens de satélite e de outros dados a recolher nos próximos dias.
- O objetivo é caracterizar danos no edificado, o volume de madeira afetada e o aumento do perigo de incêndio criado pela tempestade.
- As áreas monitorizadas abrangeram Leiria, a zona oeste da Beira Baixa, o sul de Coimbra e o norte do Oeste e Médio Tejo.
- As imagens irão permitir delimitar áreas afetadas, identificar manchas com maior dano, distinguir árvores tombadas, avaliar a rede viária danificada e estimar o volume e o aproveitamento por grandes manchas e espécies, bem como zonas com maior risco de incêndio.
Um avião C-295M da Força Aérea voou neste sábado, de manhã, sobre as zonas afetadas pelas intempéries, para levantar expeditamente os estragos florestais. A comitiva contou com representantes do Sistema de Gestão Integrado de Fogos Florestais (SGIFR) e com o presidente da Estrutura de Missão para recuperação do Centro, Paulo Fernandes.
A missão tem como objetivo delimitar áreas afetadas, apoiar a classificação de imagens de satélite e de outros dados a recolher nos próximos dias. O trabalho visa caracterizar danos no edificado, o volume de madeira afetada e o aumento do perigo de incêndio criado pela tempestade.
As áreas monitorizadas incidiram principalmente na sub-região de Leiria, na zona oeste da Beira Baixa, na zona sul da Coimbra e na zona norte do Oeste e do Médio Tejo. A operação ocorreu durante cerca de três horas.
Resultados esperados
As imagens recolhidas permitirão delimitar áreas afetadas, identificar manchas com maior grau de dano e distinguir árvores tombadas ou partidas. O estudo poderá ainda avaliar a rede viária interrompida pelo arvoredo, bem como o acúmulo nos taludes.
Além disso, será possível determinar o volume e as classes de aproveitamento por grandes manchas e por espécie, e identificar zonas com maior perigo de incêndio, especialmente na interface com edificado ou onde exista biomassa elevada.
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