- Concelho de Figueiró dos Vinhos tem comunicações limitadas a 30-40% do território via rede móvel.
- Em 96% do território já foi reposta a eletricidade, mas existem locais sem energia elétrica ainda por resolver devido a danos graves na rede de baixa tensão.
- Até ao final de sexta-feira, a autarquia registava danos em cerca de 1.230 edifícios, entre habitações, empresas e edifícios públicos.
- A Câmara anunciou a abertura da piscina municipal para segunda-feira, mantendo balneários disponíveis para banhos quentes por falta de energia nas habitações.
- A nível nacional, 16 pessoas morreram devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta; o Governo estendeu a calamidade a 68 concelhos com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
O concelho de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, mantém limitações significativas nas comunicações, com cobertura móvel restrita a 30 a 40% do território. As operações de energia continuam a recuperar infraestruturas devastadas pela tempestade de 28 de janeiro.
Segundo a autarquia, algumas zonas permanecem sem energia elétrica, embora a generalidade do território já tenha sido reconectada, alcançando 96%. Intervenções técnicas específicas são necessárias em pontos dispersos com danos graves à rede de baixa tensão.
Até ao final de sexta-feira, o município registava danos em cerca de 1.230 edificações, entre habitações, empresas e edifícios públicos, num balanço relativo aos estragos causados pela tempestade.
Situação de comunicações
Esta manhã, a Câmara de Figueiró dos Vinhos informou a reabertura da piscina municipal para segunda-feira, nos horários habituais. Os balneários vão manter-se disponíveis para banhos quentes por parte de munícipes sem energia nas habitações.
A depressão Kristin, associada a Leonardo e Marta, causou dezenas de óbitos em Portugal, bem como muitos feridos e desalojados. A décima sexta vítima foi um homem de 72 anos que faleceu a 10 de fevereiro no HUC, após acidente no dia 28.
Danos materiais e resposta pública
As inundações, quedas de árvores, encerramento de vias, escolas e serviços de transporte, bem como cortes de energia, água e comunicações, foram as principais consequências. As regiões Centro, de Lisboa e Vale do Tejo e o Alentejo foram as mais afetadas.
O Governo estendeu a situação de calamidade a 68 concelhos até domingo e anunciou medidas de apoio financeiro que podem alcançar até 2,5 mil milhões de euros. /Fonte: entidades oficiais e declarações governamentais.
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