- A Wine Paris 2026 em Paris destaca vinhos sem álcool, com dezenas de garrafas disponíveis no centro de exposições Porte de Versailles.
- Slogans como “Sem Álcool, Sem Arrependimentos” indicam que o vinho sem álcool saiu da esfera de nicho para uma escolha comum.
- A procura por bebidas sem álcool cresce, com consumidores atentos à saúde e aos efeitos do álcool.
- Produtores de toda a Europa apresentam várias opções de tintos, brancos, rosés e espumantes sem álcool, em oferta variada.
- Alguns comerciantes idle surgem preocupações sobre o sabor, mas os retalhistas veem oportunidades de socialização e inclusão para quem não consome álcool.
O evento Wine Paris 2026 decorreu no centro de exposições Porte de Versailles, em Paris, durante a semana, com destaque para vinhos sem álcool. A mostra reuniu dezenas de garrafas de tintos, brancos, rosés e espumantes sem álcool, expostas a público e distribuídas por várias etiquetas.
A tendência tem ganho força conforme consumidores procuram alternativas ao álcool. O setor, antes marginal, tem visto produtores europeus e de outras regiões apresentar novas propostas sem álcool, com várias faixas de preço e estilos disponíveis.
Entre os responsáveis pela aposta no segmento, destaca-se a startup austríaca Zeronimo, representada pela diretora executiva Katja Bernegger. Ela afirma que a oferta sem álcool deve acompanhar o estilo de vida moderno, especialmente para quem não consome álcool por questões de saúde ou preferências pessoais, evitando bebidas doces não compatíveis com a refeição.
Apesar do crescimento, persistem dúvidas sobre o sabor. Alguns comerciantes perguntam se o álcool é essencial para transmitir a identidade do vinho, argumentando que a remoção pode reduzir sabor, aroma e a estrutura do produto.
Ainda assim, varejistas apontam oportunidades de socialização sem bebida alcoólica. Vendedores de comércio local dizem que o público pode divertir-se sem álcool, fortalecendo a inclusão e oferecendo opções para quem não bebe.
A comunicação da feira usa o lema Sem Álcool, Sem Arrependimentos, enfatizando que o vinho sem álcool está a tornar-se uma escolha comum, e não apenas uma curiosidade de nicho.
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