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Vacinas contra pneumonias e gastroenterites entre os proibidos de exportar

Vacinas contra pneumonia e gastroenterites integram lista de exportação proibida temporariamente para assegurar abastecimento nacional, segundo o Infarmed

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  • Cerca de 60 medicamentos, incluindo vacinas contra pneumonias e gastroenterites, estão proibidos temporariamente de exportar, conforme o Infarmed.
  • A lista atualizada este mês totaliza 59 fármacos, abrangendo tratamentos para doenças respiratórias crónicas, inflamatórias do intestino, neuromusculares, epilepsia e transtorno bipolar, além de alguns antibióticos de largo espetro, e inclui medicamentos fornecidos ao abrigo de Autorização de Utilização Excecional (AUE).
  • A suspensão destina-se a assegurar o abastecimento do mercado nacional e aplica-se a todos os intervenientes do circuito, incluindo os fabricantes.
  • O Infarmed monitora diariamente faltas, ruturas e cessação de comercialização para evitar situações críticas de disponibilidade.
  • A autoridade integra a rede europeia de contacto com a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e a Comissão Europeia para partilha de informações sobre ruturas desde abril de 2019.

Cerca de 60 medicamentos, entre eles vacinas contra pneumonias e gastroenterites, estão temporariamente proibidos de exportar, segundo o Infarmed. A medida visa assegurar o abastecimento no mercado nacional e aplica-se a todos os intervenientes da cadeia, incluindo fabricantes.

A lista divulgada pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, atualizada este mês, totaliza 59 fármacos. Envolve tratamentos para doenças respiratórias crónicas, inflamatórias, neuromusculares, epilepsia e transtorno bipolar, bem como alguns antibióticos de largo espetro.

A suspensão de exportação destina-se a evitar falhas de disponibilidade de medicamento no país. O Infarmed faz monitorização diária de faltas, ruturas e cessação de comercialização para identificar situações críticas.

Monitorização e rede europeia

A autoridade integra a rede europeia de pontos de contacto com a EMA e a Comissão Europeia. Desde 2019, essa rede facilita a partilha de informações sobre ruturas de abastecimento e disponibilidade de medicamentos autorizados na União Europeia.

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