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Sete assaltos a igrejas e capelas no Alto Minho em três dias

Sete assaltos a igrejas e capelas no Alto Minho em três dias, com investigações em curso e patrulhamento reforçado para dissuadir ilícitos junto de locais de culto

Igreja, Viana do Castelo, fiéis
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  • Sete assaltos a igrejas e capelas no Alto Minho ocorreram em três dias, numa área que abrange Viana do Castelo, Paredes de Coura, Caminha, Ponte de Lima e Vila Nova de Cerveira.
  • Os furtos começaram no dia cinco, em Paredes de Coura; no dia oito houve novo furto e, na quarta-feira, ocorreram mais cinco crimes.
  • Nas ocorrências registradas na quarta-feira, confirmou-se o furto de duas caixas de esmolas em Caminha.
  • A Guarda Nacional Republicana está a investigar, recolhendo indícios e analisando eventuais ligações entre os incidentes; não há suspeitos identificados até ao momento.
  • Foram reforçados os patrulhamentos preventivos junto de locais de culto e património religioso para dissuadir a prática e aumentar a sensação de segurança nas comunidades.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) informou que, em três dias, ocorreram sete assaltos a igrejas e capelas no Alto Minho. Os furtos aconteceram em Viana do Castelo, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Caminha e Vila Nova de Cerveira e já estão a ser investigados.

Segundo o Comando Distrital da GNR de Viana do Castelo, os incidentes começaram no dia 5, em Paredes de Coura. No dia 8 houve um novo furto, seguindo-se, na quarta-feira seguinte, mais cinco ocorrências distribuídas pelos concelhos de Viana do Castelo, Caminha e Vila Nova de Cerveira.

A GNR confirmou ainda o furto de duas caixas de esmolas nas ocorrências registadas na quarta-feira em Caminha. As autoridades afirmam que estão a recolher indícios e a verificar eventuais ligações entre os casos, para esclarecer o que aconteceu.

As forças de segurança estão a reforçar as ações de patrulhamento preventivo junto de locais de culto e património religioso, com o objetivo de dissuadir a prática de ilícitos e reforçar o sentimento de segurança das comunidades locais.

Até ao momento, não foi identificado qualquer suspeito. A investigação continua a decorrer sob a alçada das autoridades competentes.

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