- As tempestades que atingem Portugal há semanas já fizeram 16 mortes, centenas de feridos e grandes danos, com maior impacto na região centro.
- Em Coimbra, entre as 8 e as 9 horas, o nível do Mondego subiu e houve o rebentamento do dique de Casais do Campo e aluimento de um troço da A1, colocando casas em risco.
- A Câmara está preparada para retirar milhares de pessoas afetadas pelas cheias.
- O agravamento das cheias em Coimbra é esperado nesta sexta-feira.
- As autoridades monitorizam a situação e atualizam os dados conforme necessário.
O pico das cheias em Coimbra ocorreu entre as 8h e as 9h desta sexta-feira, com as águas do Mondego a atingir áreas ribeirinhas. O dique de Casais do Campo rebentou, enquanto um troço da A1 aluía, elevando o risco para habitações na zona sudoeste da cidade. A situação levou a uma mobilização de emergências.
A Câmara Municipal de Coimbra e a proteção civil estão a coordenar a retirada de milhares de pessoas, num movimento que envolve agentes da polícia, bombeiros e serviços municipais. Vários bairros ficaram isolados e sem acesso a serviços básicos.
A agência de proteção civil confirmou que o objetivo é evitar maiores danos humanos, com evacuações programadas e abrigos preparados para acolher famílias. O padrão de alerta mantém-se elevado, face às previsões de novas precipitações.
Situação atual e resposta das autoridades
As autoridades indicam que o foco é manter a segurança de residentes em áreas ribeirinhas, monitorizar o nível do Mondego e manter vias de acesso desimpedidas onde possível. A circulação na A1 está interrompida em trechos críticos, com desvio previsto para vias alternativas.
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