- O Passeio Marítimo de Algés está encerrado por motivos de segurança, após novas condicionantes causadas pelas intempéries.
- As obras de reposição deverão arrancar na próxima semana, no dia 18 de fevereiro, e têm duração estimada de dois meses.
- O custo da intervenção no troço que ruiu junto à linha férrea está adjudicado em 400.000 euros, acrescidos de IVA, segundo a Câmara Municipal de Oeiras.
- A primeira fase inclui a contenção do muro junto à linha férrea para restabelecer, o quanto antes, a circulação de comboios da Linha de Cascais.
- A autarquia adianta que a intervenção será financiada pelo município e que haverá uma intervenção de fundo no passeio marítimo, com vista a evitar problemas semelhantes no futuro.
O Passeio Marítimo de Algés ficou encerrado por motivos de segurança, após novas intempéries terem degradado o pavimento e criado crateras. A Câmara Municipal de Oeiras confirmou que as obras de reposição arrancam na próxima semana e devem durar dois meses.
O espaço junto à frente ribeirinha permanece interdito à circulação pedonal. A autarquia informou que o troço que ruiu junto à linha férrea será objeto de intervenção, para restabelecer a circulação na Linha de Cascais.
Inicio e enquadramento das obras
A obra de reposição, adjudicada por cerca de 400 000 euros mais IVA, deverá arrancar já na semana de 18 de Fevereiro. A primeira fase envolve a contenção do muro junto à linha férrea para permitir a normalidade ferroviária.
A autarquia explicou que o investimento é financiado pelo município. O objetivo é evitar recorrências dos estragos causados por tempestades e ondulações, com uma intervenção de maior envergadura no passeio marítimo.
Outros impactos e pedidos de ação
A resposta da Câmara surge numa sequência de dificuldades ferroviárias, com a via única entre Algés e Caxias desde 5 de Fevereiro. A Evoluir Oeiras pediu intervenção governamental para uma solução de fundo, abrangendo dinâmica costeira e fenómenos climáticos extremos.
Além das obras já previstas, está prevista uma intervenção mais aprofundada em toda a extensão do passeio, incluindo a ampliação do Terrapleno de Algés para reduzir a recorrência de danos. A gestão do espaço continua a exigir coordenação entre entidades públicas.
Entre na conversa da comunidade