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Nove detidos após fraude na bilheteira do Louvre

Nove detidos na fraude da bilheteira do Louvre; guias reutilizavam bilhetes para vários visitantes, causando cerca de dez milhões de euros em prejuízos

Imagem do Louvre um dia após o mediático assalto ocorrido a 19 de Outubro último
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  • Nove detidos suspeitos de integrar uma rede de fraude na bilheteira do Louvre, incluindo dois funcionários e guias turísticos.
  • A fraude, que duraria cerca de uma década, reutilizava os mesmos bilhetes para diferentes visitantes, com prejuízo estimado em cerca de 10 milhões de euros.
  • A investigação aponta para suborno a funcionários para não verificarem bilhetes, e a principal responsável pela organização ainda é procurada.
  • Foram apreendidos mais de 950 mil euros em dinheiro e 486 mil euros em várias contas; estima-se que, em média, ocorreram cerca de 20 visitas guiadas diárias ao Louvre ao longo de dez anos.
  • A prática também poderá ter ocorrido no Palácio de Versalhes; o Louvre afirma estar a implementar um plano estruturado para combater a fraude na bilheteira.

Nove detidos em Paris, suspeitos de integrar uma rede de fraude na bilheteira do Louvre. A operação ocorreu nesta terça-feira, no âmbito de uma investigação que aponta para atividades ao longo de cerca de uma década, com prejuízos estimados em 10 milhões de euros. A confirmação foi feita pelo Ministério Público francês ao Le Parisien.

Entre os detidos figuram dois funcionários do Louvre e guias turísticos, incluindo a pessoa considerada a principal responsável pela organização. A investigação arrancou em Dezembro de 2024, após o museu apresentar uma queixa-crime contra um casal de guias por reutilização de bilhetes para vários visitantes.

As autoridades indicam que as fichas de videovigilância confirmam a prática, com escutas a sugerir suborno de funcionários para evitar a verificação de bilhetes. A operação apanhou também cúmplices entre colaboradores do museu, segundo o Le Parisien.

Desenvolvimento

O montante apreendido em dinheiro supera 950 mil euros, com outros 486 mil euros distribuídos por várias contas bancárias. A rede terá realizado cerca de 20 visitas guiadas diárias ao Louvre durante dez anos, com parte dos fundos desviados a investimentos em património imobiliário em França e no Dubai.

Segundo o Le Parisien, as autoridades suspeitam que o esquema também ocorreu no Palácio de Versalhes, ampliando o âmbito da fraude na bilheteira de monumentos. O Louvre afirma estar a reforçar o combate a fraudes com um plano estruturado e medidas de prevenção adicionais.

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