Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

MP pede absolvição do diretor doPágina Um por difamação de Gouveia e Melo

MP pede absolvição do director do Página Um por difamação ligada a Henrique Gouveia e Melo, sustentando haver fundamento para crer na veracidade da imputação

Gouveia e Melo usa megafone durante ação de alerta para incêndios no Paiva
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério Público pediu a absolvição de Pedro Vieira, diretor do jornal Página Um, por difamação em relação a Henrique Gouveia e Melo, no âmbito de alegações finais no tribunal de Lisboa.
  • O MP sustentou que, pese a não se ter provado a veracidade da imputação, Vieira poderia ter, de boa fé, considerado verdade a imputação com base em documentos na sua posse.
  • Os textos associavam Gouveia e Melo a um alegado processo de vacinação de cerca de quatro mil médicos, alegadamente financiado pela Ordem dos Médicos; Vieira disse ter usado documentação obtida depois de uma intimação para o Tribunal Administrativo.
  • O MP pediu ainda a absolvição de Vieira das acusações de difamação relacionadas com a Ordem dos Médicos e com os médicos Filipe Froes e Luís Varandas.
  • Em relação ao ex-bastonário da Ordem dos Médicos, o MP pediu a condenação de Vieira por difamação relativamente a Miguel Guimarães, considerando a comparação gravemente aviltante; o caso envolve uma possível indemnização de 60 mil euros.

O Ministério Público pediu a absolvição de Pedro Vieira, diretor do jornal Página Um, do crime de difamação por textos ligados a Henrique Gouveia e Melo. O MP pediu a condenação do ex-bastonário da Ordem dos Médicos por difamação.

A sessão de alegações finais decorreu no tribunal de Lisboa. O procurador considerou que existiam documentos na posse de Vieira que davam fundamento à veracidade da informação, ainda que não houvesse prova cabal dessa veracidade.

O MP sustentou que, mesmo sem prova plena, o arguido atuou de boa fé ao julgar a imputação como verdadeira. Os textos associavam Gouveia e Melo a um alegado processo de vacinação de milhares de médicos, supostamente pago pela Ordem.

Vieira afirmou ter obtido a documentação que fundamentou os artigos após uma intimação ao Tribunal Administrativo. O MP indicou que esse conteúdo justifica, na perspetiva dele, a divulgação pública das informações.

Relativamente à Ordem dos Médicos e aos médicos Filipe Froes e Luís Varandas, o MP pediu a absolvição de Vieira por difamação, pelos mesmos fundamentos invocados. A defesa mantém a linha de que houve informação responsável.

Para Miguel Guimarães, o MP pediu a condenação por difamação. A acusação aponta para uma comparação do ex-bastonário com figuras históricas que ofende a dignidade do assistente.

O Ministério Público sustenta que a expressão usada foi gravemente ofensiva e desrespeitosa, afectando a honra de Miguel Guimarães. O objetivo é responsabilizar o autor pelas palavras proferidas.

O julgamento resulta de uma queixa-crime apresentada contra Vieira após a publicação de artigos sobre alegadas ligações financeiras entre médicos, farmacêuticas e contratos com o Estado durante a pandemia.

Nesta ação, a Ordem dos Médicos e os médicos Miguel Guimarães, Filipe Froes e Luís Varandas pretendem indemnização de 60 mil euros. O caso integra ainda outra participação criminal apresentada por Gouveia e Melo.

O processo envolve, assim, dois ramos: uma queixa-crime contra Vieira e outra participação apresentada por Gouveia e Melo, alinhavando controvérsias sobre difamação e responsabilidade jornalística.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais