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Mais de metade das reformadas recebe pensão mínima

Banco de Portugal mostra que 60% das mulheres pensionistas recebem pensão mínima, frente a 19% dos homens; pensão média feminina é de 490 euros, 40% abaixo da masculina

Mulheres reformadas têm pensões mais baixas devido a desigualdades salariais de género ao longo da vida ativa
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  • O relatório “Os pensionistas de velhice em Portugal” do Banco de Portugal, publicado esta sexta-feira, mostra que mais de metade das pensionistas em Portugal recebem pensão mínima.
  • Cerca de sessenta por cento das mulheres pensionistas recebem pensão mínima, contra dezoito ou dezenove por cento dos homens.
  • Em 2024, a pensão média das mulheres é de quinhentos euros, cerca de quarenta por cento inferior à dos homens.
  • O diferencial diminuiu face a 2018, quando o gap era de quarenta e quatro por cento.
  • O estudo aponta desigualdades estruturais no sistema de reformas e no mercado de trabalho.

Mais de metade das pensionistas em Portugal recebem uma pensão mínima, segundo o relatório “Os pensionistas de velhice em Portugal” do Banco de Portugal, publicado esta sexta-feira. O dado evidencia desigualdades estruturais no sistema de reformas e no mercado de trabalho.

Cerca de 60% das mulheres pensionistas estavam a receber pensão mínima, face a apenas 19% dos homens na mesma condição. Os números destacam a diferença de tratamento entre os géneros ao longo da vida ativa.

A pensão média feminina, em 2024, situava-se em 490 euros, cerca de 40% abaixo da masculina. Este diferencial até melhorou relativamente a 2018, quando a diferença era de 44%.

Desigualdades persistem

Os dados reforçam a relação entre salários ao longo da carreira e valores recebidos na reforma, apontando para impactos significativos do género no acesso a pensões mais robustas. A análise do Banco de Portugal sublinha a necessidade de políticas públicas que atuem nessa lacuna.

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