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Mais de 250 bibliotecas públicas com danos após tempestades

Mais de metade das bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas foi afetada pelo mau tempo; 78% mantêm funcionamento, com encerramentos em Alcácer do Sal e outras cidades

Biblioteca Municipal de Pombal
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  • Mais de 250 bibliotecas públicas portuguesas foram afetadas pelas tempestades, com danos que incluem infiltrações e inundações de pequena dimensão.
  • Das quase 255 bibliotecas atingidas, 80% registaram danos nesses casos, enquanto 78% conseguiram manter-se em funcionamento, com alguns espaços a ter horários alargados.
  • As zonas mais afectadas foram Alcácer do Sal, Santarém, Leiria, Caldas da Rainha, Pombal e Marinha Grande, que sofreram o maior impacto.
  • Algumas bibliotecas registaram estragos graves, como Alcácer do Sal (encerramento por tempo indeterminado), Pombal (infiltrações e danos no piso superior) e Marinha Grande (perda de cobertura).
  • Em resposta, as bibliotecas têm vindo a apoiar as comunidades, com horários alargados em alguns casos e a disponibilização de serviços básicos como internet e pontos de carregamento, além de pedidos de doação de livros em Alcácer do Sal.

Mais de 250 bibliotecas públicas em Portugal registaram danos resultantes de tempestades recentes, com o foco em infiltrações e inundações de pequena dimensão. No conjunto, 78% das unidades mantém-se em funcionamento, tendo algumas alargado horários para apoiar as populações.

Mais da metade das bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas foram afetadas, sobretudo as de Alcácer do Sal, Santarém, Leiria, Caldas da Rainha, Pombal e Marinha Grande. Os dados atuais são recolhidos pela DGLAB e atualizados de forma contínua.

Segundo a DGLAB, 52% das bibliotecas da rede indicaram ter sido afetadas pelo mau tempo, com maior incidência na região centro. O registo ainda está em evolução, já que contactos com bibliotecas não estão a fluir com a mesma cadência.

Entre as quase 255 bibliotecas atingidas desde 28 de janeiro, 80% registaram infiltrações, inundações pequenas ou problemas externos como falhas elétricas e de comunicações. As restantes tiveram impactos menores, incluindo dificuldades de acesso de trabalhadores.

Apesar dos danos, 78% das bibliotecas mantiveram-se abertas, com 22% a encerrar parcialmente espaços ou serviços. Os estabelecimentos com maiores prejuízos identificados estão em Alcácer do Sal, Santarém, Leiria, Caldas da Rainha, Pombal e Marinha Grande.

AÇÔes mais graves

Alcácer do Sal relatou encerramento por tempo indeterminado após danos no piso térreo, com salas infantis e armazéns afetados e grandes danos no auditório e na exposição. A biblioteca pediu doações de livros infantis, mas a capacidade de gestão ficou limitada pelo mau tempo.

Pombal sofreu estragos significativos no piso superior e na parte traseira, com infiltrações, falta de coberturas e janelas danificadas. Alguns computadores foram destruídos e parte interna, incluindo a oficina, ficou comprometida.

Marinha Grande foi outra das que registou danos relevantes, com a perda de cobertura e maior gravidade na exposição de estantes e livros, que ficaram protegidos apenas por plásticos para reduzir perdas.

Estrutura de apoio à comunidade

O serviço público destaca o papel das bibliotecas como pontos abertos, gratuitos e seguros, com apoio técnico para informações e uso de equipamentos. Várias unidades passaram a funcionar como pontos de carregamento de telemóveis e acesso à Internet, servindo comunidades durante as tempestades.

Algumas bibliotecas ajustaram horários para responder à procura. Em Pombal, por exemplo, o horário alargou-se para as 9h00-20h00, de segunda a sábado, para atender os utentes. A Rede Nacional de Bibliotecas Públicas continua a monitorizar os impactos com o objetivo de apoiar as populações.

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