- O presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) anunciou a intenção de transferir todos os serviços da sede de Lisboa para Oeiras, para ficar mais próximo do centro da Polícia de Segurança Pública que gere o número de emergência 112.
- A mudança depende de um parecer da ESTAMO, a entidade pública que gere o património imobiliário do Estado, e envolve uma reestruturação com reforço de pessoal.
- O governo aponta a possibilidade de instalar a sede numa torre do Centro Operacional do Sul (COSUL), em Oeiras, para concentrar num único espaço os serviços atualmente dispersos em Lisboa.
- As propostas apontam para maior autonomia dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) e melhores ligações com o serviço 112, conforme o Conselho Nacional de Planeamento Civil e Emergência.
- A Comissão de Trabalhadores condiciona o parecer à documentação completa, marcando uma Assembleia Geral de Trabalhadores para 5 de março e não validações sem informação suficiente.
O INEM informou aos trabalhadores a intenção de transferir todos os serviços da sede de Lisboa para Oeiras. A mudança visa aproximar a atividade do centro da PSP que gere o número de emergência 112.
A decisão surge com base na alegação de que as instalações atuais, em Lisboa, já não oferecem espaço, qualidade e condições necessárias para um desempenho eficaz. A mudança incluiria os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que atuam juntamente com o 112.
A mudança depende de parecer da ESTAMO, a sociedade pública que gere o património imobiliário do Estado. O presidente do INEM indicou ainda que a reestruturação prevê reforçar o pessoal e centralizar funções de direção e apoio a decisão.
Outra linha do processo aponta para a possibilidade de instalar a sede no COSUL, em Oeiras, onde já funciona uma das centrais do 112 operada pela PSP. O objetivo é concentrar serviços que hoje estão dispersos por Lisboa.
A Comissão Técnica Independente, por sua vez, recomenda que o CODU tenha maior autonomia e comunique com o 112. O INEM também considera propostas para consolidar contactos entre CODU e o serviço 112.
A CT informou que não emitirá parecer sem documentação completa. A assembleia geral de trabalhadores está marcada para 5 de março, como parte da avaliação do impacto da mudança.
Reações e próximos passos
A CT pediu informações detalhadas, incluindo deliberação do Conselho Diretivo, calendário, plano de migração e custos. A entidade quer conhecer o impacto nos trabalhadores e a viabilidade jurídica da operação.
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