- Uma das firmas sob investigação no inquérito que levou a buscas na Força Aérea e na Marinha já forneceu à PSP, por ajuste directo.
- Além de corrupção e abuso de poder, o inquérito investiga branqueamento de capitais e participação económica em negócio.
- Já pode haver arguidos, mas o Ministério Público recusa-se a confirmar.
- A ligação com a PSP ocorreu por ajuste directo.
- O Ministério Público não fornece mais detalhes sobre pessoas ou empresas envolvidas.
Uma empresa já envolve-se num inquérito que levou a buscas na Força Aérea e na Marinha nesta quarta-feira.
A investigação envolve suspeitas de corrupção e abuso de poder, entre outros crimes. Branqueamento de capitais e participação económica em negócio também estão a ser analisados.
Ainda não há confirmação oficial de arguidos por parte do Ministério Público. O processo continua em fase de averiguação.
A firma em causa já terá fornecido serviços à PSP, através de ajuste direto, segundo dados recolhidos no inquérito.
As buscas tiveram lugar em instalações associadas às Força Aérea e à Marinha, numa operação orientada pela autoridade judiciária.
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