- Em 31 de dezembro de 2025, o emprego na Administração Pública era de 766.278 postos, mais 1,7% (mais 12.721) face ao último trimestre de 2011, atingindo máximo histórico na série.
- O aumento deveu-se, sobretudo, à Administração Central (+1,6%, +9.171) e à Administração Local (+2,9%, +4.057), com elevação nos sectores da Saúde e da Educação/Ciência e Inovação.
- Comparando com o trimestre anterior, houve subida de 0,9% (mais 6.841 postos), principalmente na Administração Central (+6.653) e no ensino; registou-se queda na Administração Interna (-1.315).
- No conjunto de 2025, houve saldo líquido positivo de 12.721 postos, mais 5.538 face a 2024; 7,1% da população total trabalha nas administrações públicas, 13,5% da população activa e 14,4% da população empregada.
- Reformas caem pela primeira vez desde 2018: 17.231 reformas em 2025, menos 1.440 que em 2024, com a maioria na Administração Central (12.893), seguida pela Administração Local (3.459) e Administrations regionais (879).
O emprego na administração pública em Portugal cresceu 1,7% no quarto trimestre de 2025, para 766.278 trabalhadores, o maior valor desde o último trimestre de 2011. A subida é confirmada pela síntese da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).
Em termos homólogos, o aumento foi impulsionado pela Administração Central, com mais 9.171 postos (+1,6%), e pela Administração Local, com mais 4.057 postos (+2,9%). Regiões autónomas e fundos de segurança social registaram diminuições.
No trimestre, o emprego público subiu 0,9% face aos três meses anteriores, equivalente a 6.841 vagas. O aumento resultou sobretudo na educação, ciência e inovação, e nos estabelecimentos de ensino, com destaque para o ensino básico e secundário.
O ritmo de crescimento manteve-se no conjunto de 2025, com um saldo líquido positivo de 12.721 empregos criados ao longo do ano, superior em 5.538 postos face a 2024.
Reformas na Função Pública
No ano de 2025 houve 17.231 reformas, menos 1.440 do que em 2024, a primeira queda desde 2018. A DGAEP aponta que a trajetória de saídas por reforma, em 2017-2024, foi interrompida em 2025.
A maior parte das saídas pela reforma ocorreu na Administração Central, com 12.893 reformados. A Administração Local registou 3.459, enquanto as Administrações Regionais totalizaram 879.
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