- O julgamento de José Castelo Branco por violência doméstica contra Betty Grafstein está marcado para 25 de junho, com oito sessões previstas até 23 de outubro.
- A informação foi revelada no programa Noite das Estrelas, da CMTV.
- Em estúdio, o comentador Rui Pereira explicou que o maior número de sessões deve-se ao volume de testemunhas indicadas no processo.
- Segundo o especialista, acusação, defesa, arguido e assistente podem apresentar até vinte testemunhas, mas a juíza pode aceitar mais em nome da verdade material para esclarecer os factos.
- A sessão de arranque deverá ouvir o arguido pela manhã e Betty Grafstein deverá prestar declarações à tarde; não está claro se Grafstein virá a Portugal para o julgamento.
O julgamento de José Castelo Branco, acusado de violência doméstica por Betty Grafstein, já tem data marcada. A sessão de arrancada está prevista para 25 de junho, com as oitavas sessões programadas até 23 de outubro.
Segundo o programa Noite das Estrelas, da CMTV, o leque de datas deve-se ao número de testemunhas indicadas no processo. O responsável explicou que, em teoria, o Ministério Público, o arguido, a assistente e a defesa podem apresentar até 20 testemunhas, mas a juíza pode admitir mais, se considerar necessário para esclarecer os factos.
Maya adiantou que, na sessão de arranque, pela manhã será ouvido o arguido e, à tarde, Grafstein prestará declarações. Ainda não está claro se Grafstein irá deslocar-se a Portugal para o julgamento; Castelo Branco já se mostrou disponível em ocasiões anteriores para comparecer.
Testemunhas e duração do julgamento
O objetivo do tribunal é aprofundar a verdade material, o que poderá implicar novas testemunhas além do limite habitual. A organização das sessões prevê oito encontros, distribuídos entre junho e outubro, para avaliar as provas apresentadas pelas partes. A defesa e a acusação devem manter-se obrigadas ao foco factual do processo.
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