- Em janeiro de 2026, o volume de armazenamento das bacias monitorizadas superou as médias do mês registadas entre 1990 e 2025.
- Das 60 albufeiras monitorizadas, 53 apresentaram disponibilidades acima de 80%, e nenhuma ficou abaixo de 40%.
- A maior capacidade armazenada foi nas albufeiras do Oeste, com 99,3% do volume máximo, face à média de 65,9%.
- As albufeiras do Guadiana registaram 97% (média de 78,3%), e as do Ave 93,2% (média de 75,2%).
- Também ficaram acima de 90% as albufeiras do Tejo (92,8%) e do Barlavento (91,7%).
Poucas vezes o mês de janeiro foi tão chuvoso em Portugal. O volume de água armazenado nas albufeiras monitorizadas aumentou significativamente, com a grande maioria a operar acima de 80% da capacidade. O feito supera as médias históricas de janeiro.
Segundo o SNIRH, no último dia de janeiro de 2026, 53 das 60 albufeiras acompanhadas tinham disponibilidades hídricas superiores a 80%. Não foi registada nenhuma unidade abaixo de 40% de volume, indicando um contexto de cheias relativamente estável no período.
O maior armazenamento ocorreu nas albufeiras do Oeste, com 99,3% da capacidade. Em seguida surgem Guadiana com 97% e Ave com 93,2%, todos acima das médias históricas de janeiro. As albufeiras do Tejo e do Barlavento ficaram acima dos 90%.
Contexto e impacto
O volume de armazenamento em janeiro de 2026 supera de longe a média de 1990 a 2025 para o mesmo mês, refletindo precipitação acima do habitual. As reservas reforçam a disponibilidade de água para regimes de consumo e para a contenção de riscos hidrológicos.
As autoridades destacam que os níveis elevados de água nas albufeiras reduziram pressões sobre os recursos hídricos, embora mantendo vigilância constante sobre variações climáticas futuras e necessidades de gestão da água. Fonte: SNIRH.
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