- A Câmara do Porto selou um alojamento ilegal e sobrelotado no centro histórico da cidade, numa ação anunciada como a segunda de fiscalização num mês.
- A intervenção ocorreu após uma denúncia sobre um possível alojamento irregular na Rua Duque de Loulé, próximo da Sé Catedral, onde moravam várias pessoas.
- O espaço não possuía licença habitacional e tinha nove quartos com 24 camas, bem como cozinha e casa de banho, num cenário de insalubridade.
- A autarquia não detalhou se está a acompanhar o realojamento das pessoas ou se houve pedido de apoio.
- Em 21 de janeiro, a Polícia Municipal tinha já selado um alojamento ilegal na Rua dos Clérigos, que acolheria cerca de cinquenta imigrantes, reforçando o compromisso financeiro com a luta contra a sobrelotação, de forma humana.
A Câmara do Porto deu continuidade à fiscalização de alojamentos ilegais no centro histórico, fechando um espaço sobrelotado na última sexta-feira. A operação visa acabar com condições de insalubridade, após denúncia de irregularidades.
O imóvel, na Rua Duque de Loulé, junto à Sé Catedral, albergava nove quartos com 24 camas, além de cozinha e casa de banho. A autarquia ressalta que o local não possuía licença de habitação e gerava transtornos na via pública.
A ação apura ainda se houve realojamento das pessoas ou pedidos de apoio ao Município. A Câmara sublinha o compromisso em combater a sobrelotação, mantendo uma approche humana na resposta às situações.
Contexto e ações anteriores
No dia 21 de janeiro, a Polícia Municipal afastou de um alojamento ilegal na Rua dos Clérigos cerca de 50 imigrantes, também num espaço de dois pisos. O episódio reforça a atuação da Câmara contra este fenómeno.
Compromisso municipal
A autarquia afirma manter vigilância constante e atuação célere para enfrentar casos de sobreocupação em alojamentos. O objetivo é ordenar situações com base na legalidade e no bem-estar dos moradores.
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