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Câmara inicia nova fiscalização a casa superlotada no centro do Porto

Câmara do Porto fecha alojamento ilegal no centro histórico, com nove quartos e vinte e quatro camas, em condições de insalubridade, na segunda fiscalização em um mês

Pedro Duarte
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  • A Câmara do Porto selou um alojamento ilegal e sobrelotado no centro histórico da cidade, numa ação anunciada como a segunda de fiscalização num mês.
  • A intervenção ocorreu após uma denúncia sobre um possível alojamento irregular na Rua Duque de Loulé, próximo da Sé Catedral, onde moravam várias pessoas.
  • O espaço não possuía licença habitacional e tinha nove quartos com 24 camas, bem como cozinha e casa de banho, num cenário de insalubridade.
  • A autarquia não detalhou se está a acompanhar o realojamento das pessoas ou se houve pedido de apoio.
  • Em 21 de janeiro, a Polícia Municipal tinha já selado um alojamento ilegal na Rua dos Clérigos, que acolheria cerca de cinquenta imigrantes, reforçando o compromisso financeiro com a luta contra a sobrelotação, de forma humana.

A Câmara do Porto deu continuidade à fiscalização de alojamentos ilegais no centro histórico, fechando um espaço sobrelotado na última sexta-feira. A operação visa acabar com condições de insalubridade, após denúncia de irregularidades.

O imóvel, na Rua Duque de Loulé, junto à Sé Catedral, albergava nove quartos com 24 camas, além de cozinha e casa de banho. A autarquia ressalta que o local não possuía licença de habitação e gerava transtornos na via pública.

A ação apura ainda se houve realojamento das pessoas ou pedidos de apoio ao Município. A Câmara sublinha o compromisso em combater a sobrelotação, mantendo uma approche humana na resposta às situações.

Contexto e ações anteriores

No dia 21 de janeiro, a Polícia Municipal afastou de um alojamento ilegal na Rua dos Clérigos cerca de 50 imigrantes, também num espaço de dois pisos. O episódio reforça a atuação da Câmara contra este fenómeno.

Compromisso municipal

A autarquia afirma manter vigilância constante e atuação célere para enfrentar casos de sobreocupação em alojamentos. O objetivo é ordenar situações com base na legalidade e no bem-estar dos moradores.

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