- Blanca Martín-Calero, açoriana com sotaque espanhol, mudou-se para São Miguel devido a uma história de amor entre dois universitários.
- Riotou o projeto de vida envolvendo a ilha e acabou por ficar, com outras histórias de amor a consolidar-se ao longo do tempo.
- Fundou uma editora chamada Araucária, que “olha para as ilhas com outros olhos”.
- No Jardim de casa, em São Vicente Ferreira, na ilha de São Miguel, Blanca tem uma araucária que parece tocar o céu.
- A narrativa inicial do texto começa por essa história de amor, servindo de guia para o estilo da publicação.
Blanca Martín-Calero, a açoriana com sotaque espanhol, tornou-se tema de reportagem ao longo da sua vida entre as ilhas e o continente. A narrativa começa com uma história de amor que a conduziu a São Miguel, onde hoje se dedica a atividades ligadas à cultura e à edição.
A viagem de Blanca até as ilhas começou numa década marcada por encontros universitários, que deram origem a uma ligação profunda com o arquipélago. Ao longo do tempo, outras histórias de amor contribuíram para a sua permanência na região, moldando o percurso pessoal e profissional.
A editora Araucária
Blanca fundou uma editora com o nome de uma árvore, a Araucária, que se tornou símbolo da sua visão sobre as ilhas. O projeto editorial traduz uma perspectiva que olha para o Atlântico com novos contornos, enfatizando a produção local e a circulação de obras. Em São Vicente Ferreira, parte da ilha de São Miguel, ela mostra uma araucária no jardim da casa, imagem que acompanha a sua trajetória.
Entre na conversa da comunidade