- As apreensões de botijas de óxido nitroso (gás do riso) passaram de 175 em 2023 para 2.615 em 2025, um aumento de 1.394% no triênio; 207 em 2024 e 2025 com 2.615.
- Foram apreendidos 14 balões em 2023, cinco em 2024 e três em 2025; também houve 100 cápsulas em 2025.
- Identificaram-se 110 pessoas na posse da substância nos últimos três anos: 24 em 2023, 26 em 2024 e 60 em 2025.
- No dia 3 de fevereiro de 2025, a GNR apreendeu 2.124 botijas de óxido nitroso nas instalações de uma empresa de transporte no Montijo, durante uma fiscalização de controlo de bens em circulação.
- O óxido nitroso passou a integrar a lista de novas substâncias psicoativas em 2022 e é proibido fora de fins industriais ou farmacêuticos autorizados pela Infarmed; a fiscalização é feita pela GNR e pela ASAE, com coimas previstas para infrações de produção, distribuição e venda.
A apreensão de botijas de óxido nitroso, conhecido como gás do riso, revelou um aumento expressivo entre 2023 e 2025. Dados da GNR, divulgados à Lusa, indicam 175 botijas em 2023, 207 em 2024 e 2.615 em 2025, num crescimento de quase 1.394% no triénio.
Além das botijas, foram apreendidos 14 balões em 2023, cinco em 2024 e três em 2025. No mesmo ano de 2025, a autoridade registou ainda 100 cápsulas da substância. Aumentou também o número de pessoas identificadas com posse: 24 em 2023, 26 em 2024 e 60 em 2025, totalizando 110.
No dia 3 de fevereiro de 2025, a GNR apreendeu 2.124 botijas de óxido nitroso nas instalações de uma empresa de transporte de mercadorias no Montijo. A operação integrou ações de fiscalização de controlo de bens em circulação.
Contexto legal e fiscalização
O óxido nitroso passou a integrar a lista de novas substâncias psicoativas em 2022, ficando proibida a produção, venda e posse fora de fins industriais ou farmacêuticos autorizados pela Infarmed. A fiscalização envolve GNR e ASAE, com coimas previstas para infrações.
A GNR sublinha que o uso recreativo do gás funciona sobretudo em contextos festivos e de lazer, com efeitos rápidos porém de curta duração. O Observatório Europeu das Drogas alerta para a crescente experimentação entre jovens.
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