- Surgiu nas redes sociais o RelationChip, dois chips ou implantes para cada membro do casal, que permitem aceder à localização e a conteúdos do telemóvel do parceiro.
- O objetivo era sensibilizar para comportamentos de controlo no namoro; a campanha usa o lema: “o RelationChip é falso mas o controlo é real”.
- Na quinta-feira, a APAV explicou que o produto é falso e faz parte de uma campanha de consciencialização, em parceria com o RelationChip, com uma publicação no Instagram.
- Dados da campanha indicam que quatro em cada dez jovens consideram normal ver o telemóvel do parceiro sem autorização; ver localização, passwords ou controlar amizades é violência, não amor.
Há cerca de uma semana surgiu nas redes sociais o RelationChip, um suposto sistema com dois chips ou implantes que permitem aceder à localização e a todo o conteúdo do telemóvel do parceiro. O objetivo seria controlar com quem falam e onde estão.
O produto gerou indignação online, com muitos a considerá-lo tóxico e a questionar a sua veracidade. Surgiram dúvidas sobre se seria real ou uma campanha de desinformação.
Na quinta-feira, a APAV veio esclarecer que o RelationChip é fictício. Trata-se de uma iniciativa de sensibilização para comportamentos de controlo no namoro, com o lema: “o RelationChip é falso mas o controlo é real”.
Como funciona a campanha
A APAV explica, numa publicação conjunta com o projeto relacionado, que 4 em cada 10 jovens entendem como normal ver o telemóvel do parceiro sem autorização. A organização vinca que ver a localização, pedir passwords ou controlar amizades configura violência, não amor.
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