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Alunos protestam contra péssimas condições da E.B.S. Domingos Capela, em Espinho

Alunos de Espinho protestam contra as más condições da Domingos Capela, com requalificação orçada em 4,4 milhões e prazo de dezoito meses

Manifestação de 65 alunos.jpg
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  • 65 alunos do curso profissional de desporto da Escola Básica e Secundária Domingos Capela manifestaram-se em frente à Câmara Municipal de Espinho, devido às más condições da escola agravadas pelas tempestades recentes.
  • O pavilhão gimnodesportivo, encerrado há três semanas, impede as 1.900 horas de formação prática obrigatória e pode obrigar a reposição das aulas no verão; há relatos de pisos molhados e água na biblioteca.
  • Mantêm-se problemas crónicos há mais de uma década, com salas e corredores a parecerem rios, entrada da escola em cima de paletes por causa das poças de água e falhas em projetores, cabos e tomadas.
  • A Câmara Municipal de Espinho anunciou um investimento de 4,4 milhões de euros na requalificação, com o concurso em fase de audiência prévia, prazo de execução de 18 meses, e atribuiu a demora ao anterior executivo.
  • Estão a avanar procedimentos para possibilitar estruturas modulares que assegurem a continuidade das aulas durante a obra, com foco na fiscalização, segurança e funcionamento das componentes técnicas.

Oito de março de 2025 não é mencionado no texto original, mas os factos indicam que na manhã de sexta-feira houve uma manifestação de 65 alunos do curso profissional de desporto da Escola Básica e Secundária Domingos Capela, em Espinho, diante da Câmara Municipal. O motivo é a deterioração das condições da escola pública, agravadas pelas tempestades nos últimos dias.

Os alunos participam na ação para reclamar condições inadequadas das instalações, incluindo pisos molhados, poças de água na biblioteca e falta de intervenções permanentes. O pavilhão gimnodesportivo, essencial para as 1900 horas de formação prática, está encerrado há três semanas por falta de condições, impossibilitando o cumprimento do programa letivo.

A escola enfrenta problemas crónicos que se arrastam há mais de uma década, com salas, corredores e escadas a apresentarem humidade e infiltrações. A entrada é descrita como inacessível devido às poças, e vários equipamentos técnicos, como projetores e tomadas, apresentam falhas, levantando dúvidas sobre a continuidade das aulas.

Requalificação em curso e prazos

A Câmara Municipal de Espinho informou, por escrito, ter definido um investimento de 4,4 milhões de euros para a requalificação da escola. O concurso público encontra-se em audiência prévia de interessados, com etapas de adjudicação, envio ao Tribunal de Contas e, após assinatura, um prazo de execução de 18 meses.

Segundo a autarquia, o processo atual substitui decisões do executivo anterior, que terá demorado devido a uma classificação inadequada da escola no Acordo Setorial. A Câmara sustenta que o anterior executivo não previu condições de funcionamento durante a obra nem requisitos de segurança, fiscalização e gestão de resíduos.

A intervenção prevista abrange fachadas, caixilharias e coberturas, renovação de espaços internos, redes de água, drenagens, ITED, gás e AVAC, incluindo o pavilhão e espaços exteriores. Procedimentos concursais complementares preveem estruturas modulares para assegurar a continuidade das atividades letivas.

A autarquia garante o compromisso de devolver qualidade ao espaço escolar e de manter o parque escolar do concelho, que apresenta sinais de falta de manutenção.

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