- A principal advogada da Goldman Sachs, Kathryn Ruemmler, vai deixar o banco de Wall Street.
- A saída é efetiva a partir de 30 de junho, anunciou o CEO David Solomon.
- O desligamento ocorre após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos tornar públicas mensagens que mostram a proximidade entre Ruemmler e Jeffrey Epstein.
- Ruemmler trabalhava no banco desde 2020 e recebeu escrutínio por trocas de mensagens com Epstein, incluindo termos como “querido” e “Tio Jeffrey”.
- A advogada ocupou cargos no Departamento de Justiça entre 2009 e 2011 e atuou na Casa Branca como conselheira jurídica até 2014.
A principal advogada da Goldman Sachs vai deixar o banco de Wall Street, anunciou o CEO da instituição na quinta-feira. A saída decorre dos vínculos estreitos com Jeffrey Epstein, o criminoso sexual já falecido.
Kathryn Ruemmler, consultora jurídica da empresa desde 2020, vinha sendo alvo de escrutínio após a divulgação de mensagens que mostravam amizade com Epstein. O banco confirmou que a demissão é efetiva a 30 de junho.
O CEO David Solomon afirmou respeitar a decisão e agradeceu pelo trabalho legal prestado em temas-chave para o grupo. Ruemmler justificou a saída para evitar que a atenção mediática se torne distração para a Goldman Sachs.
Motivo e contexto
Segundo reportes, Ruemmler trocava conselhos profissionais com Epstein e trocava mensagens onde o chamava de querido. A relação foi revelada num conjunto de documentos relativos ao caso. Epstein morreu em prisão em 2019.
Relatos indicam que Ruemmler esteve entre três pessoas que ligaram a Epstein após a detenção em julho de 2019, quando o ex-financista enfrentava acusações de tráfico sexual de menores.
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