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Proteção Civil alerta para cheias rápidas e risco de derrocada

Proteção Civil alerta para cheias rápidas e risco de cheia centenária em Coimbra, com evacuações preventivas e deslizamentos que afetam infraestruturas

Descarga na barragem da Aguieira, que tem sobrecarregado a bacia do Mondego, provocando risco de cheias na Baixa de Coimbra
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  • A Proteção Civil alerta para cheias rápidas e risco de derrocadas, com especial atenção às zonas ribeirinhas sob alerta na Lezíria do Tejo, Coruche e Benavente, em Portugal continental.
  • Em Coimbra, prevê-se pico de cheia entre as 8h e as 9h de sexta-feira, com alerta para possível evacuação preventiva na Baixa devido à barragem da Aguieira.
  • O Plano de Cheias mantém-se em estado vermelho, em parte por descargas de barragens espanholas, com caudal do Tejo na ordem de seis mil metros cúbicos por segundo.
  • Riscos incluem movimentos de massa, deslizamentos e estradas com piso escorregadio, nevoeiro e possível obstrução de vias por detritos.
  • Até as 19h de quinta-feira, registaram-se 16.623 ocorrências (principalmente quedas de árvores e inundações), envolvendo 56.703 operacionais e 23.124 meios.

O Serviço Nacional de Proteção Civil emite alerta para cheias rápidas e perigo de derrocadas em várias regiões do território. O aviso chega numa altura em que grande parte dos rios se encontra em estado de alerta, com caudais elevados que podem subir rapidamente nas próximas horas.

A alerta envolve Coimbra, Lezíria do Tejo, Coruche e Benavente, entre outras zonas ribeirinhas. O foco principal é a Baixa de Coimbra, onde se prevê possível pico de cheia devido às descargas significativas na barragem da Aguieira. A população é aconselhada a tomar medidas preventivas.

Risco de cheias rápidas

Em conferência de imprensa, o comandante nacional da Proteção Civil destacou a tendência de subida rápida das águas, que pode ocorrer mesmo com retorno do caudal aos leitos. As autoridades pedem vigilância contínua, pois os rios podem apresentar subidas abruptas.

A presidente da Câmara de Coimbra mencionou a possibilidade de uma cheiascentenária, com pico previsto entre as 8h e as 9h de sexta-feira e novo pico às 15h. Evacuações preventivas podem ocorrer na Baixa e noutras zonas centrais da cidade.

Deslizamentos e impacto

O Planalto Especial de Emergência para Cheias na Bacia do Tejo mantém-se em estado vermelho, face a descargas espanholas em barragens como Cedillo. O caudal do Tejo ronda os seis mil metros cúbicos por segundo, aumentando o risco para áreas baixas da Lezíria do Tejo.

As autoridades destacam ainda o perigo de deslizamentos de terras e derrocadas, provocados pela infiltração de água no solo. Há relatos de movimentos de massa que afetam infraestruturas, rede viária e ferroviária em várias zonas, com piso rodoviário escorregadio e visibilidade reduzida.

Impacto e números

No total, mantêm-se 12 planos distritais ativos, 124 planos municipais e 15 situações de alerta. Até as 19h de hoje, foram registadas 16.623 ocorrências, com 56.703 operacionais mobilizados e 23.124 meios disponíveis. O balanço indica impactos generalizados em várias infraestruturas.

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