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Médio Tejo regista mais de 5 mil dádivas de sangue em 2025

Mais de cinco mil dádivas de sangue em 2025 sustentaram 1.761 doentes na região do Médio Tejo, sublinhando a urgência de renovar a base de dadores

Dádivas de sangue
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  • Em 2025, a Unidade Local de Saúde do Médio Tejo registou 5.054 dádivas de sangue, realizadas por 3.841 dadores, para responder a 1.761 doentes da região.
  • A regularidade das dádivas foi destacada: 2.369 pessoas deram uma dádiva, 1.017 deram duas e 455 efetuaram três ou mais dádivas.
  • Foram produzidos 6.106 componentes sanguíneos, dos quais 4.230 foram efetivamente transfundidos em serviços como Urgência, Cuidados Intensivos, Ortopedia, Medicina Interna e Oncologia.
  • A região é liderada por Torres Novas (1.917 dadores), seguida de Tomar (1.024) e Abrantes (900).
  • Em 2025, jovens de 18 a 24 anos representaram cerca de 10,5% do total de dadores; o presidente do Conselho de Administração reforçou a importância da renovação geracional.

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo revelou que, em 2025, foram realizadas 5.054 dádivas de sangue, asseguradas por 3.841 dadores. A iniciativa permitiu responder às necessidades de 1.761 doentes da região.

Segundo a ULS, os dados indicam que 2.369 pessoas efetuaram uma dádiva, 1.017 duas dádivas e 455 três ou mais dádivas, evidenciando o impacto da regularidade na gestão de reservas.

Foram produzidos 6.106 componentes sanguíneos, incluindo eritrócitos, plaquetas e plasma, com 4.230 componentes efetivamente transfundidos para serviços como Urgência, Cuidados Intensivos, Ortopedia, Medicina Interna e Oncologia.

A diretora do Serviço de Imunohemoterapia, Sandra Sousa, sublinha que cada dádiva salva vidas e depende da generosidade dos dadores, enfatizando a urgência de manter o sistema estável ao longo do ano.

A maioria dos dadores em idade ativa concentra-se entre 45 e 65 anos, e entre 25 e 44 anos, com o grupo de 18 a 24 anos representando 10,5% do total em 2025, valor que reforça a necessidade de renovação geracional.

Casimiro Ramos, presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo, destacou a importância de renovar o conjunto de dadores, assegurando que o processo é seguro, simples e essencial para o funcionamento do sistema de saúde.

No território, Torres Novas lidera as dádivas com 1.917 dadores, seguida por Tomar (1.024) e Abrantes (900), refletindo a distribuição regional da participação na dádiva de sangue.

A região mantém a disponibilidade de colheitas aos sábados, com horários rotativos disponíveis para consulta no portal da instituição, que também informa que qualquer pessoa entre 18 e 65 anos, com peso mínimo de 50 kg, pode doar.

O Ministério da Saúde controla três hospitais na ULS Médio Tejo — Abrantes, Tomar e Torres Novas — e 35 unidades de cuidados de saúde primários, respondendo a cerca de 170 mil utentes em vários concelhos do distrito de Santarém e além.

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