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Ex-funcionário de infantário condenado a 18 anos por abusos de crianças

Ex-funcionário de infantário em Londres é condenado a 18 anos por abusar de quatro meninas, filmar os atos e possuir mais de 26 mil imagens de pornografia infantil

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  • Vincent Chan, britânico de 45 anos, foi condenado a 18 anos de prisão por abusar sexualmente de quatro crianças entre os 2 e os 4 anos, num infantário em Londres entre 2022 e 2024; filmava atos e possuía mais de 26 mil imagens de pornografia infantil.
  • O infantário encerrou as atividades; Chan criou montagens com crianças em situações degradantes, de chorar a fazer xixi na roupa.
  • A prisão ocorreu em junho de 2024, após denúncia de uma colega; a polícia encontrou nos dispositivos fotos e vídeos dos abusos e câmaras escondidas a filmar sob as saias.
  • Chan declarou-se culpado de cinquenta e seis acusações, incluindo agressões sexuais com penetração, toques indecentes e produção de pornografia infantil; o juiz descreveu a conduta como maléfica e predatória.
  • Familiares das vítimas acompanharam emocionados; o caso é considerado uma das investigações mais complexas sobre agressões sexuais a menores; o primeiro-ministro Keir Starmer disse que o Governo analisa a videovigilância em infantários.

Um ex-funcionário de um infantário de Londres foi condenado a 18 anos de prisão por abusos sexuais a crianças, filmagens de atos e posse de mais de 26 mil imagens de pornografia infantil. O caso ocorreu entre 2022 e 2024 no estabelecimento, que já encerrou.

Vincent Chan, britânico de 45 anos, abusou de quatro meninas com idades entre 2 e 4 anos durante o período de sesta no infantário. A decisão foi proferida pelo tribunal criminal de Wood Green, em Londres.

O juiz classificou a conduta como extremamente grave, destacando o caráter predatório do arguido. O tribunal avaliou ainda que Chan colocou as vítimas em situações de grande vulnerabilidade.

A investigação iniciou com a denúncia de uma colega, chocada ao descobrir que Chan filmava crianças em situações degradantes. Os investigadores encontraram fotos e vídeos dos abusos nos dispositivos apreendidos.

Foi ainda descoberto que o arguido instalou câmaras secretas para filmar por baixo das saias de alunas numa escola primária onde trabalhou entre 2007 e 2017, e que produziu vídeos de teor sexual no local.

Chan confessou a responsabilidade em 56 acusações, incluindo agressões sexuais com penetração, toques indecentes e produção de pornografia infantil. Vítimas e familiares manifestaram choque e dor.

Este caso é descrito pela polícia de Londres como uma das investigações mais complexas envolvendo agressões a menores já realizadas.

Em Bristol, no sudoeste de Inglaterra, um segundo caso ocorreu na segunda-feira, com um homem de 30 anos considerado culpado de violação e agressão sexual a crianças de 2 e 3 anos, em outro infantário.

O primeiro-ministro Keir Starmer comentou, em sessão parlamentar, que os casos são perturbadores para o país e que o Governo estuda medidas para ampliar a videovigilância em infantários.

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