- A Câmara de Amares aprovou, por unanimidade, o projeto de execução para requalificar a Escola Secundária, no valor superior a 17,7 milhões de euros, a candidatar ao Programa Escolas.
- A intervenção envolve a reabilitação e ampliação do edifício, bem como a substituição de mobiliário, equipamentos escolares e instalações provisórias durante as obras.
- Durante a discussão, foram solicitados esclarecimentos sobre o aumento do custo, que já esteve entre nove e 14 milhões de euros, e a confirmação de financiamento.
- O técnico municipal indicou que os 17 milhões resultam dos valores de referência do aviso do Governo e que o projeto está validado pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), em articulação com a CCDR do Norte.
- A requalificação é reclamada pela comunidade escolar há anos, com histórico de protestos e intervenções limitadas desde o projeto Parque Escolar.
A Câmara de Amares aprovou, esta quinta-feira, por unanimidade, o projeto de execução para a requalificação da Escola Secundária, no valor superior a 17,7 milhões de euros. A obra será candidata a financiamento do Governo no âmbito do Programa Escolas, incluindo reabilitação, ampliação e aquisição de mobiliário.
O projeto prevê também a instalação de instalações provisórias durante as obras e a substituição de equipamentos e material escolar, para assegurar a continuidade das atividades letivas durante a intervenção.
Durante a discussão, Álvaro Silva, do movimento Renascer Amares, questionou o aumento do orçamento – de nove para 17 milhões – e quis saber se o montante está assegurado. O vereador do PS, Pedro Costa, pediu validação pela DGEstE, considerada indispensável.
Valores de referência e validação
O responsável municipal afirmou que os 17 milhões resultam dos valores de referência do aviso governamental e que o projeto está validado pela DGEstE, em articulação com a CCDR Norte. A requalificação da escola, criada em 1984, é uma reivindicação antiga da comunidade educativa.
A escola integra um histórico de intervenções debatidas ao longo dos anos, com participações públicas e recomendações legais para a reabilitação urgente. Em 2019, uma recomendação parlamentar pediu ações, mas as obras globais não avançaram até ao momento, tendo apenas intervenções pontuais nas coberturas.
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