- O Correio da Manhã aborda as duas ilhas privadas de Jeffrey Epstein, situadas no Caribe.
- O jornalista João Amaral Santos analisa que Epstein era proprietário dessas ilhas.
- As ilhas teriam sido usados como locais para cometer crimes contra mulheres e raparigas menores.
- A matéria é da leitura do jornal Correio da Manhã.
- Publicação datada a 12 de fevereiro de 2026 às 10:43.
O jornalista João Amaral Santos, do Correio da Manhã, descreve as duas ilhas privadas de Jeffrey Epstein, localizadas nas Caraíbas, como espaços que poderão ter sido usados para crimes sexuais contra mulheres e raparigas menores. A informação é apresentada com base no trabalho do repórter e nas ligações entre Epstein e as ilhas.
Conforme o texto, Epstein era proprietário das ilhas associadas a operações da sua rede de exploração. O relato do CM sugere que os espaços favoreciam atividades criminosas envolvendo menores, embora não haja confirmação oficial de novas ações nesse momento.
O artigo, datado de 12 de fevereiro de 2026 às 10:43, contextualiza a ligação entre Epstein, as ilhas e os processos já conhecidos no passado. O foco é descrever o papel potencial das ilhas na rede de crimes, sem apresentar depoimentos diretos ou conclusões finais.
Contexto
As ilhas ficam situadas nas Caraíbas e foram associadas a investigações históricas sobre abuse e exploração sexual. O texto do CM baseia-se em informações do jornalismo investigativo e em documentação pública relacionada com Epstein. O portal não divulga contatos, mantendo o foco nos fatos reportados.
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