- Alvarinho da região dos Vinhos Verdes, em Monção e Melgaço, chega à segunda edição, criado por um produtor com nome reconhecido e com a colaboração de um enólogo amigo.
- Segue-se Sonim, em Trás-os-Montes, com a casta Touriga Nacional cultivada em solos graníticos.
- Em Douro, é apresentado um tinto de vinhas clássicas, que sinaliza o potencial da região.
Um Alvarinho da região dos Vinhos Verdes, produzido em Monção e Melgaço, chega à segunda edição. O projeto une um produtor de nome reconhecido e um amigo enólogo, numa parceria que visa criar um vinho distinto.
Depois, em Sonim, Trás-os-Montes, surgiu há pouco mais um exemplo da casta Touriga Nacional, plantada em solos graníticos. A produção destaca o talento da região e a diversidade das vinhas locais.
Por fim, um tinto do Douro é exibido como fenomenal, assentes em vinhas clássicas. A referência aponta para um perfil evanescente, com futuro ainda por revelar e potencial de evolução.
Alvarinho de Monção e Melgaço
O Alvarinho é apresentado como continuidade de uma linha já estabelecida. A segunda edição reforça a assinatura entre o produtor e o enólogo, enfatizando qualidade e autenticidade regional.
Touriga Nacional em Sonim, Trás-os-Montes
A aposta em Touriga Nacional em solos graníticos reforça a expressão da casta. O foco está na mineralidade e na elegância do vinho, típico da região.
Douro: tinto com potencial
O Douro surge com um tinto que promete acompanhar o caminhar de vinhas históricas. A descrição aponta para uma experiência gustativa sólida e com margem de evolução.
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