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Tejo mantém alerta vermelho por subida de caudais devido a chuva

Tejo mantém alerta vermelho com caudal de quase quatro mil setecentos m³/s, com previsão de atingir cinco mil m³/s; vias cortadas, desalojados e risco de novos aluimentos

Cheias na Lezíria do Tejo
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  • O Tejo manteve alerta vermelho e vigilância de pessoas e bens devido à subida de caudais provocada pela chuva, com a estação de Almourol a registar 4.836,61 m³/s às 13:00.
  • O caudal em Almourol tinha aumentado cerca de 1.500 m³/s face a terça-feira; prevê-se chegar aos 5.000 m³/s durante a tarde, influenciado pelas descargas das albufeiras espanholas.
  • A gestão dos caudais está a cargo da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da EDP Produção; várias estradas nacionais e municipais estão cortadas ou submersas por aluimentos.
  • Houve evacuações de pessoas, com reasentamento em locais seguros; a persistência da chuva pode manter os caudais elevados durante o fim de semana, com avaliação prevista para sábado.
  • O temporal tem causado mortes, desalojos e danos generalizados em diversas regiões; o Governo prolongou o estado de calamidade a 68 concelhos até dia 15, com ajudas até 2,5 mil milhões de euros.

O Tejo manteve, durante a noite, o alerta vermelho devido à subida de caudais provocada pela chuva constante, que também gerou aluimentos de terra em várias áreas. A Proteção Civil do Médio Tejo atualizou a situação às 13:55, mantendo a vigilância de pessoas e bens.

O caudal em Almourol ainda não atingiu o limiar de alarme de 5.000 m3/s, estando no momento em torno de 4.700 m3/s. As descargas de barragens espanholas podem influenciar o valor ao longo da tarde, dizem as autoridades, com a gestão a cargo da APA e da EDP Produção.

A estação de Almourol registou às 13:00 de hoje um caudal de 4.836,61 m3/s, aumentando cerca de 1.500 m3/s desde terça-feira. Os principais afluentes apresentavam valores elevados, com Castelo de Bode em 1.018 m3/s e Fratel em 2.862 m3/s.

A chuva persiste e pode manter-se até ao fim de semana, o que prolonga a pressão sobre o Tejo e as infraestruturas. Pessoas desalojadas por causa da cheia permanecem seguras, com avaliações de manutenção previstas para o sábado.

Situação no terreno e impactos

Várias estradas nacionais e municipais estão cortadas ou submersas devido aos aluimentos. Solos saturados provocam deslizamentos que afetam quase todos os concelhos do Médio Tejo, com tarefas de limpeza a decorrer pelas autarquias.

Além do território, a tempestade Kristin continua a afetar Ourém, Ferreira do Zêzere e Tomar, com cortes de energia e comunicações. Em Mação, Abrantes, Constância e Vila Nova da Barquinha chegaram inundações urbanas.

As autoridades reforçam que o Plano de Cheias permanece em alerta vermelho. O Governo já estendeu medidas de apoio a 68 concelhos até ao dia 15, num pacote de até 2,5 mil milhões de euros.

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