- Estudantes estrangeiros que fugiram da guerra na Ucrânia em Portugal estão quase todos regularizados, com poucos casos de abuso que não geraram novo título.
- O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que, no final, as situações estão resolvidas e regularizadas.
- A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) criou, em novembro, um canal especial para casos de proteção temporária.
- Pelo menos 37 estudantes da Universidade de Coimbra tinham indicação de que não mantinham o estatuto de proteção temporária, segundo a instituição.
- Desde fevereiro de 2022, Portugal disponibilizou um portal online para proteção temporária; foram beneficiadas 65 mil pessoas, das quais 5 mil não tinham nacionalidade ucraniana.
- A invasão da Ucrânia pela Rússia ocorreu a 24 de fevereiro de 2022 e provocou dezenas de milhares de mortes.
Estudantes estrangeiros já regularizaram a quase totalidade da situação, relacionados com a fuga à guerra na Ucrânia. O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, indicou, na comissão parlamentar, que houve poucos casos de abuso sem emissão de novo título.
A AIMA criou, em novembro, um canal especial para casos de proteção temporária atribuída após o início do conflito. Na altura, pelo menos 37 estudantes da Universidade de Coimbra tinham indicação de não manter esse estatuto.
Relativamente ao regime de proteção, foi explicado que, em fevereiro de 2022, foi criado um portal online para quem solicitasse proteção temporária em Portugal. Após pedidos e pesquisas automáticas, um documento era emitido atestando o estatuto, sem atendimento presencial, exceto para menores.
O ministro sublinhou que, em fevereiro de 2022, houve uma opção europeia de urgência. Em Portugal, foram beneficiadas 65 mil pessoas, das quais cinco mil não tinham nacionalidade ucraniana.
A invasão russa da Ucrânia ocorreu a 24 de fevereiro de 2022, gerando consequências humanas e migração em vários países. O objetivo das medidas portuguesas foi facilitar a proteção temporária para estudantes e outros cidadãos afetados pela guerra.
Entre na conversa da comunidade