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NATO inicia nova missão para reforçar a segurança no Ártico

NATO lança a missão Arctic Sentry para reforçar a segurança no Ártico, coordenando operações e protegendo território, em meio a tensões com a Rússia

Militares na Gronelândia
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  • A NATO iniciou uma nova missão, designada Arctic Sentry, para reforçar a segurança no Ártico, anunciou-se quarta-feira, a fim de acalmar o presidente dos EUA, Donald Trump, que recuou nas ameaças de anexação da Gronelândia.
  • A missão visa aproveitar o poder da aliança para proteger o território e garantir que o Ártico e o Alto Norte permaneçam seguros, segundo o comandante supremo da NATO.
  • a Rússia avisou que tomará contramedidas, incluindo de natureza militar, caso haja reforço da presença ocidental na Gronelândia.
  • A decisão foi tomada depois de um encontro em Davos, em janeiro, entre Trump e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, no qual os dois concordaram que a NATO deve assumir mais responsabilidades coletivas na região.
  • A operação deverá coordenar melhor ações já existentes, como os exercícios Arctic Endurance (Dinamarca) e Cold Response (Noruega), com possíveis novas operações navais ou terrestres em solo gronelandês.

A NATO iniciou nesta quarta-feira uma nova missão destinada a reforçar a segurança no Ártico. A iniciativa visa manter a estabilidade numa região de importância estratégica, após o recuo do Presidente dos EUA, Donald Trump, das ameaças de anexação da Gronelândia.

Intitulada Arctic Sentry, a missão é descrita pela NATO como uma nova atividade de cooperação, voltada a coordenar operações já existentes. O objetivo é proteger território aliando recursos dos membros e presentear a região com maior presença diplomática e militar.

O comandante supremo da NATO, citado pela AFP, afirmou que a operação usa o poder coletivo da aliança para assegurar o Ártico e o Alto Norte. A NATO adianta que o reforço poderá incluir exercícios e missões em terra, mar e plataformas navais.

A Rússia reagiu ao anúncio, assumindo que não hesitará em tomar contramedidas de natureza militar se houver reforço ocidental na Gronelândia. Diplomatas da NATO asseguraram que as ações permanecem dentro do quadro de cooperação.

A decisão foi tomada após uma reunião entre Donald Trump e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, em Davos, em janeiro. Na altura, ambos concordaram que a aliança deveria assumir mais responsabilidades na região.

Fontes da NATO indicam que a Arctic Sentry pode incorporar operações já planeadas, como o exercício Arctic Endurance, promovido pela Dinamarca, e o Cold Response, da Noruega. Outras ações podem ser consideradas conforme evoluírem as circunstâncias.

Embora haja abertura para novas operações navais e terrestres na Gronelândia, nenhuma decisão final foi alcançada. Diplomatas sublinham que a estratégia se baseia numa abordagem graduada, sem consequências imediatas de escalada.

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