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Mortes por doenças cardíacas atingem mínimo histórico no país

Apesar de quedas históricas, doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte em Portugal, representando cerca de 25% do total, segundo a DGS

Apesar da redução de casos fatais, problemas cardiovasculares ainda são a principal causa de morte
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  • As mortes por doenças cardiovasculares atingiram o nível mais baixo de sempre, quase pela metade do valor de há 30 anos.
  • Ainda assim, continuam a ser a principal causa de morte em Portugal, representando cerca de 25% do total.
  • Na década de 1990, esse peso situava-se em 45%.
  • O resultado é apresentado no relatório “10 anos das doenças cérebro e cardiovasculares em Portugal (2013-2023)” da Direção-Geral da Saúde (DGS).
  • Os indicadores aproximam-se da média europeia.

As mortes por doenças cardiovasculares atingiram o valor mais baixo já registado, quase pela metade do que era há 30 anos. Em Portugal, continuam a ser a principal causa de óbito, representando cerca de 25% do total.

O dado surge do relatório “10 anos das doenças cérebro e cardiovasculares em Portugal (2013-2023)” da Direção-Geral da Saúde (DGS), ao qual o JN teve acesso.

Segundo o documento, alguns indicadores já se aproximam da média europeia, refletindo melhorias em prevenção e tratamento, bem como maior acesso a medidas de saúde.

Apesar dos progressos, as doenças cardiovasculares mantêm o peso de primeira causa de morte. O envelhecimento populacional e fatores de risco persistentes implicam desafios para o sistema de saúde.

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